Fui nos tempos passados, inocente
Como ingénua, passadeira estendida
Vivi sempre, longe da própria vida
Onde a minha ignorância, era presente
Hoje vivo arrependido e descontente
Desta dor, recordada e tão dorida
Que andou, durante tempos escondida
Vergonhosa, por ser tão diferente
Se os sinos tocarem, é a despedida
É o fim, da minha voz, da minha vida
É a noticia sonora, que eu morri
É homenagem, a esta única igualdade
Que nos conduz, até á Eternidade
Mas nossa sombra, vai ficar aqui!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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