Amo você porque sonho
Ter a força de um vulcão
Limites nunca proponho
Isso cabe ao meu coração
Sou cascata de alto mar
Sou a força da loucura
Que á muito anda a espreitar
Tua nobre formosura
Pinto quadros com flores
Por minha mão esculpidas
Que baptizo de amores
Onde caibam nossas vidas
Faço meus filmes virtuais
Apenas com dois autores
Pois neles não cabem mais
Que estes nossos dois amores
Eu sinto estranho desejo
Que me vai no pensamento
É só pensar dar-te um beijo
Começa o meu sofrimento
Pinto quadros de ilusão
Onde me retrato depois
Lá pinto o meu coração
Á medida de nós dois
Vou no campo procurar
Entre flores agrestes
Essas cores de encantar
Que trazes nas tuas vestes
Autor
Manuel J Cristino
sábado, 25 de dezembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
para ser um bom fadista
Para ser um bom fadista
Tem que ter alma de artista
Com sentimento apurado
É cantar e estar atento
P`ra sentir o sentimento
Que vive dentro do fado
Será sempre original
Por ser made em Portugal
É para noz uma riqueza
Cantado a nossa maneira
É homenagem verdadeira
Á guitarra Portuguesa
Chora guitarra a tocar
Para que eu possa cantar
Esta canção do passado
Dar vida a esta quimera
Legada pela Severa
A grande Rainha do fado
Tantas vozes do passado
Que andaram cantando o fado
P`ra nosso Pais divulgar
Com a sua divulgação
Mostraram que esta nação
É Portugal a cantar
O fado é o embaixador
De Portugal no exterior
Onde é cantado com garra
Mostrando ao mundo inteiro
A razão de ser pioneiro
De chorar com a guitarra
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
Tem que ter alma de artista
Com sentimento apurado
É cantar e estar atento
P`ra sentir o sentimento
Que vive dentro do fado
Será sempre original
Por ser made em Portugal
É para noz uma riqueza
Cantado a nossa maneira
É homenagem verdadeira
Á guitarra Portuguesa
Chora guitarra a tocar
Para que eu possa cantar
Esta canção do passado
Dar vida a esta quimera
Legada pela Severa
A grande Rainha do fado
Tantas vozes do passado
Que andaram cantando o fado
P`ra nosso Pais divulgar
Com a sua divulgação
Mostraram que esta nação
É Portugal a cantar
O fado é o embaixador
De Portugal no exterior
Onde é cantado com garra
Mostrando ao mundo inteiro
A razão de ser pioneiro
De chorar com a guitarra
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
Um de novembro dia de recordar
Um de Novembro, dia de recordar
A memoria, da dor e da saudade
Descer as entranhas, da eternidade
Levar-lhe, um jardim florido e chorar
No silêncio do paraíso, gritar
Estrangulem! A dor que não morreu
A que se mantém viva, a dor do breu
A que me persegue e, quer silenciar
Eu fecho meus olhos, p`ra te ver Pai
E tão longe, que minha visão vai
Ao inverter a regra, que ditou a vida
Ainda hoje te vejo, como vi outrora
Não aceito que partas, ou Vaz embora
E enquanto eu viver, vou adiar-te a partida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
A memoria, da dor e da saudade
Descer as entranhas, da eternidade
Levar-lhe, um jardim florido e chorar
No silêncio do paraíso, gritar
Estrangulem! A dor que não morreu
A que se mantém viva, a dor do breu
A que me persegue e, quer silenciar
Eu fecho meus olhos, p`ra te ver Pai
E tão longe, que minha visão vai
Ao inverter a regra, que ditou a vida
Ainda hoje te vejo, como vi outrora
Não aceito que partas, ou Vaz embora
E enquanto eu viver, vou adiar-te a partida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 31 de outubro de 2010
sou na terra emigrante
SOU NA TERRA EMIGRANTE
O MEU VISTO É LIMITADO
SOU NOMADA SOU VIAJANTE
COM MEU DESTINO MARCADO
Quando me ponho a pensar
Sinto ficar ofendido
Se não tivesse nascido
Eu não andava a penar
Nunca teria que andar
Passo a traz passo adiante
Faço uma vida errante
Sem conhecer meu lugar
Tudo isto me faz pensar
Eu sou na terra emigrante
Quero ter mais liberdade
Assim como o vento tem
Eu não quero ouvir ninguém
Falar mais de igualdade
Já conheço essa maldade
Sendo por ela enganado
Tantas vezes defraudado
Sem ver outro amanhecer
Hoje apenas sei dizer
O meu visto é limitado
A terra que vou pisando
Com seus donos diferentes
Herança de seus parentes
Que uns aos outros vão deixando
Contra isso vou protestando
Alcunhado de ignorante
Julgando ser aberrante
Esta pratica viciada
Já nem posso dizer nada
Sou nómada sou viajante
Tenho que me sujeitar
Nada mais posso fazer
Contra quem tem o poder
Sem dele crer abdicar
Por vezes fico a pensar
Em tudo que esta errado
Que sou marginalizado
Sem minha meta alcançar
Só me resta concordar
Com meu destino marcado
AUTOR MANUEL J CRISTINO
O MEU VISTO É LIMITADO
SOU NOMADA SOU VIAJANTE
COM MEU DESTINO MARCADO
Quando me ponho a pensar
Sinto ficar ofendido
Se não tivesse nascido
Eu não andava a penar
Nunca teria que andar
Passo a traz passo adiante
Faço uma vida errante
Sem conhecer meu lugar
Tudo isto me faz pensar
Eu sou na terra emigrante
Quero ter mais liberdade
Assim como o vento tem
Eu não quero ouvir ninguém
Falar mais de igualdade
Já conheço essa maldade
Sendo por ela enganado
Tantas vezes defraudado
Sem ver outro amanhecer
Hoje apenas sei dizer
O meu visto é limitado
A terra que vou pisando
Com seus donos diferentes
Herança de seus parentes
Que uns aos outros vão deixando
Contra isso vou protestando
Alcunhado de ignorante
Julgando ser aberrante
Esta pratica viciada
Já nem posso dizer nada
Sou nómada sou viajante
Tenho que me sujeitar
Nada mais posso fazer
Contra quem tem o poder
Sem dele crer abdicar
Por vezes fico a pensar
Em tudo que esta errado
Que sou marginalizado
Sem minha meta alcançar
Só me resta concordar
Com meu destino marcado
AUTOR MANUEL J CRISTINO
sábado, 30 de outubro de 2010
FORAM MEUS SONHOS IRREAIS
FORAM MEUS SONHOS IRREAIS
AQUELES QUE FUI SONHANDO
VI QUE ERA TARDE DEMAIS
CONFORME FUI ACORDANDO
Vim do nada e nada sou
Apenas sou sonhador
Que sonhava ter valor
Mas de sonho não passou
Tudo que sonhei falhou
Até mesmo os ideais
Agora não sonho mais
Porque nem sonhar consigo
E por isso ás vezes digo
Foram meus sonhos irreais
O que me fazia sonhar
Era querer um mundo novo
Habitado por um povo
Disposto a trabalhar
Sem ninguém o explorar
Como andam explorando
Vejo os meus sonhos voando
E a levar minha razão
Foram sonhos de ilusão
Aqueles que fui sonhando
Tudo de mim se desvia
E o tempo vai encurtando
Sem crer me vou conformando
Com a perda de energia
Vai-me faltando alegria
Nos momentos cruciais
Houveram coisas vitais
P`rós meus sonhos limitar
Só por deixar de sonhar
Julguei ser tarde de mais
Agora só remissão
Já vejo o entardecer
Nada mais posso fazer
Contra tal situação
Estou no fim da missão
É tempo de ir recordando
Despedindo e acenando
Até chegar o meu dia
Entendi minha utopia
Conforme fui acordando
AUTOR MANUEL J CRISTINO
AQUELES QUE FUI SONHANDO
VI QUE ERA TARDE DEMAIS
CONFORME FUI ACORDANDO
Vim do nada e nada sou
Apenas sou sonhador
Que sonhava ter valor
Mas de sonho não passou
Tudo que sonhei falhou
Até mesmo os ideais
Agora não sonho mais
Porque nem sonhar consigo
E por isso ás vezes digo
Foram meus sonhos irreais
O que me fazia sonhar
Era querer um mundo novo
Habitado por um povo
Disposto a trabalhar
Sem ninguém o explorar
Como andam explorando
Vejo os meus sonhos voando
E a levar minha razão
Foram sonhos de ilusão
Aqueles que fui sonhando
Tudo de mim se desvia
E o tempo vai encurtando
Sem crer me vou conformando
Com a perda de energia
Vai-me faltando alegria
Nos momentos cruciais
Houveram coisas vitais
P`rós meus sonhos limitar
Só por deixar de sonhar
Julguei ser tarde de mais
Agora só remissão
Já vejo o entardecer
Nada mais posso fazer
Contra tal situação
Estou no fim da missão
É tempo de ir recordando
Despedindo e acenando
Até chegar o meu dia
Entendi minha utopia
Conforme fui acordando
AUTOR MANUEL J CRISTINO
Muitos me querem mal porque não são
Muitos me querem mal, porque não são
De alma pura e nobre, como eu sou
São de mim a silhueta, que ficou
Ou o insulto á, verdade e á razão
São vorazes, da inveja e da ambição
Falsos seres Humanos, que Deus criou
Pois tudo quanto era mau, lhe legou
Á imagem duma pura, maldição
Palavras como golpes de navalha
Visam antecipar minha mortalha
Como se eu fosse o mal, que inunda a terra
Resisto, porque sou justo e sou forte
E não entregarei minha vida á morte
Para não promover heróis de guerra
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
De alma pura e nobre, como eu sou
São de mim a silhueta, que ficou
Ou o insulto á, verdade e á razão
São vorazes, da inveja e da ambição
Falsos seres Humanos, que Deus criou
Pois tudo quanto era mau, lhe legou
Á imagem duma pura, maldição
Palavras como golpes de navalha
Visam antecipar minha mortalha
Como se eu fosse o mal, que inunda a terra
Resisto, porque sou justo e sou forte
E não entregarei minha vida á morte
Para não promover heróis de guerra
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
sábado, 23 de outubro de 2010
O amor que me fugio vou perguntar
O amor que me fugiu vou procurar,
Com as penas da vida, irei penando
E a novos e velhos, vou perguntando,
Se viram o meu amor, nalgum lugar,
Sigo o meu caminho, sempre a pensar
Rumar ás Estrelas, com que sonhei,
Ter mais gosto no luar, que descorei,
Na busca dum amor, por encontrar,
Eu já te procurei, por terra e Mar,
Levando o meu manto, p`ra te abraçar,
A onde quer que tu estejas, amor meu
Mas foi meu destino, que disse não
Desviando-me do amor e, da paixão
E em vez da luz do sol, deu-me a do breu
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
Com as penas da vida, irei penando
E a novos e velhos, vou perguntando,
Se viram o meu amor, nalgum lugar,
Sigo o meu caminho, sempre a pensar
Rumar ás Estrelas, com que sonhei,
Ter mais gosto no luar, que descorei,
Na busca dum amor, por encontrar,
Eu já te procurei, por terra e Mar,
Levando o meu manto, p`ra te abraçar,
A onde quer que tu estejas, amor meu
Mas foi meu destino, que disse não
Desviando-me do amor e, da paixão
E em vez da luz do sol, deu-me a do breu
AUTOR
MANUEL JOÃO CRISTINO
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