sábado, 30 de outubro de 2010

Muitos me querem mal porque não são

Muitos me querem mal, porque não são
De alma pura e nobre, como eu sou
São de mim a silhueta, que ficou
Ou o insulto á, verdade e á razão

São vorazes, da inveja e da ambição
Falsos seres Humanos, que Deus criou
Pois tudo quanto era mau, lhe legou
Á imagem duma pura, maldição

Palavras como golpes de navalha
Visam antecipar minha mortalha
Como se eu fosse o mal, que inunda a terra

Resisto, porque sou justo e sou forte
E não entregarei minha vida á morte
Para não promover heróis de guerra

AUTOR

MANUEL JOÃO CRISTINO

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