Eu não me renderei, ao poder divino
E nem ao sermão, de qualquer pastor
Que dizem ser de noz, o salvador
Sem nunca, alterar nosso destino
Eu nasci um grão de nada, pequenino!
Que nas veias, trazia sangue sonhador!
P´ra me tornar depois num pensador!
Que nunca, entendeu bem, a voz do sino
Podem descer dos céus, anjos dourados
Desses metais, preciosos e adorados
Mas p´ra soltar meu sangue, só um falcão
Toda a verdade, eu nunca saberei
Apenas eu rejeito este meu Rei
Do qual conheço apenas só o sermão
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 28 de março de 2011
NO DIA QUE EU MORRER SOLTEM O MEU CÃO
No dia que eu morrer, soltem o meu cão
Sigam-lhe o rasto, não o deixem dormir
Façam-lhe de tudo, mas a fingir
E á falsa fé, varem-lhe o coração
Alguém do meu sangue, áde ver então
Que eu vivi nesta vida, p´ra fingir
Tantas vezes alerta, sem dormir
Negando á vida, a minha frustração
Se o mal da terra, um dia for vencido
É certo que o sol, já terá morrido
E com a sua morte, findará o mundo
Silencio e nada mais, que eu já morri
Joguei fora, a vida que não vivi
Onde nada mais fui, q`um vagabundo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Sigam-lhe o rasto, não o deixem dormir
Façam-lhe de tudo, mas a fingir
E á falsa fé, varem-lhe o coração
Alguém do meu sangue, áde ver então
Que eu vivi nesta vida, p´ra fingir
Tantas vezes alerta, sem dormir
Negando á vida, a minha frustração
Se o mal da terra, um dia for vencido
É certo que o sol, já terá morrido
E com a sua morte, findará o mundo
Silencio e nada mais, que eu já morri
Joguei fora, a vida que não vivi
Onde nada mais fui, q`um vagabundo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
HAVIA PODEROSOS NO MEU REINO
Havia poderosos, no meu reinado
Enquanto eu pequeno, pensava então
Que destino, terei eu, que solução
Com o meu pulsar fraco, tão cansado
Parecia-me, que tudo estava errado
Sempre, a mesma voz rouca, da canção
Cantada em silencio, ao meu coração
Onde meu sangue, fervia torturado
Prenderam-me, nesse dia em que nasci
Mesmo preso e sem vida, resisti
Sendo á luz do nada, transfigurado
Pesadelo ou realidade, que importa
Se a vida, que hora vivo, já foi morta
E p`la espada do mal, fui trespassado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Enquanto eu pequeno, pensava então
Que destino, terei eu, que solução
Com o meu pulsar fraco, tão cansado
Parecia-me, que tudo estava errado
Sempre, a mesma voz rouca, da canção
Cantada em silencio, ao meu coração
Onde meu sangue, fervia torturado
Prenderam-me, nesse dia em que nasci
Mesmo preso e sem vida, resisti
Sendo á luz do nada, transfigurado
Pesadelo ou realidade, que importa
Se a vida, que hora vivo, já foi morta
E p`la espada do mal, fui trespassado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 18 de março de 2011
ESPECIAL SORRISO O QUE ME INCOMODA
Especial sorriso, o que me incomoda
É o que vem da beleza mais charmosa
Esse que não vou, comparar à rosa,
Porque a rosa morreu, passou de moda
Quantas vezes, me vejo, nesta roda
Seguindo atrás de ti, tão caprichosa
Exibindo o teu charme, de vaidosa
Como um lindo musical, até á coda
Quero-te, na intimidade, em segredo
Á luz da lua, do sol e, sem ter medo
De amar teu perfume, como da flor!
E se tu, não me queres, pensa nisto
Nunca mais jures, em nome de Cristo
Nem digas, que me tens, um grande amor
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
É o que vem da beleza mais charmosa
Esse que não vou, comparar à rosa,
Porque a rosa morreu, passou de moda
Quantas vezes, me vejo, nesta roda
Seguindo atrás de ti, tão caprichosa
Exibindo o teu charme, de vaidosa
Como um lindo musical, até á coda
Quero-te, na intimidade, em segredo
Á luz da lua, do sol e, sem ter medo
De amar teu perfume, como da flor!
E se tu, não me queres, pensa nisto
Nunca mais jures, em nome de Cristo
Nem digas, que me tens, um grande amor
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Diante do real toda a minha apreensão
Diante do real, toda a minha apreensão
Num mundo, desvairado e destemido
Pelas mãos do homem, á muito destruído
Sem ver p´ra natureza, salvação
Fez-se no Céu, grande revolução
Chamou-se Cristo, para ser ouvido
Já que do mundo, se tem esquecido
Renegando assim, sua própria paixão
E já que o fogo, quebra a pedra dura
Para nela, moldar outra figura
E no breu, mesmo um cego, desespera
Vençamos, as muralhas do sagrado
Neste mundo, de Deus desamparado
Onde, só existe mal, por toda a terra!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Num mundo, desvairado e destemido
Pelas mãos do homem, á muito destruído
Sem ver p´ra natureza, salvação
Fez-se no Céu, grande revolução
Chamou-se Cristo, para ser ouvido
Já que do mundo, se tem esquecido
Renegando assim, sua própria paixão
E já que o fogo, quebra a pedra dura
Para nela, moldar outra figura
E no breu, mesmo um cego, desespera
Vençamos, as muralhas do sagrado
Neste mundo, de Deus desamparado
Onde, só existe mal, por toda a terra!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Chamei-te silencio junto do meu leito
Chamei-te silencio, junto do meu leito
Resgata-me as memórias, do passado
Que desde sempre, me têm baralhado
E se confundem, dentro do meu peito
Pergunto? Se num mundo deste jeito
Valerá a pena, haver tanta maldade
Mesmo eu ter nascido? Diz-me a verdade
Que só a ti, silencio, tenho respeito
Silencio, só silencio, irreverente
Provérbio, do quem se cala, consente
Fechando-se na paz, mais pura e plena
Dessas minhas conversas, silenciosas
Chegaram-me, respostas tão valiosas
Que me disseram, não, não valia a pena!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Resgata-me as memórias, do passado
Que desde sempre, me têm baralhado
E se confundem, dentro do meu peito
Pergunto? Se num mundo deste jeito
Valerá a pena, haver tanta maldade
Mesmo eu ter nascido? Diz-me a verdade
Que só a ti, silencio, tenho respeito
Silencio, só silencio, irreverente
Provérbio, do quem se cala, consente
Fechando-se na paz, mais pura e plena
Dessas minhas conversas, silenciosas
Chegaram-me, respostas tão valiosas
Que me disseram, não, não valia a pena!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Defenderei sempre o amor e a justiça
Defenderei sempre, o amor e a justiça
Um nobre valore, nunca me esquece
E deixarei ao mundo, esta minha prece
Sentinela alerta, nunca submissa
Não serei, como a pedra levadiça
Astros rotineiros, que não me esquece
Já que esta força, assim me prevalece
Na roleta da vida, esquecediça
E se tu, pelo mundo das nações
Queres ser livre e tomar decisões
Não podes, no futuro ficar mudo
Ao teu lado, sofrem do mesmo jeito
Os que á bala, oferecem o seu peito
Tendo, como protecção, o mesmo escudo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Um nobre valore, nunca me esquece
E deixarei ao mundo, esta minha prece
Sentinela alerta, nunca submissa
Não serei, como a pedra levadiça
Astros rotineiros, que não me esquece
Já que esta força, assim me prevalece
Na roleta da vida, esquecediça
E se tu, pelo mundo das nações
Queres ser livre e tomar decisões
Não podes, no futuro ficar mudo
Ao teu lado, sofrem do mesmo jeito
Os que á bala, oferecem o seu peito
Tendo, como protecção, o mesmo escudo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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