segunda-feira, 30 de maio de 2011

poesia

Poesia é linguagem, sem tradução
Que se sente, ao arrepiar da alma
E no sentimento do coração
Poesia é sentir, fundo a emoção
A força das palavras, a sua alegria
É sentir, é querer ser e ter, dom

Poesia é tudo, que é meu e teu
Mas não é nosso
Sou eu e você, em sonhos de grandeza
Em cama nobre de desejos
A rolar nas colchas finas de cambraia
Até levitar e subir aos Céus

Poesia é sempre o tema utilizado
Para descrever, enamorar, conquistar
Em cada frase, um sentimento
E em cada sentimento, uma intenção

Poesia de qualidade, interioriza-se, comece
Para expelir, través das cordas vocais
Em termos ruidosos!
Cantando, declamando, contagiando
E excitando o mundo inteiro
Isto é!
A verdadeira poesia

AUTOR MANUUEL JOÃO CRISTIO

domingo, 29 de maio de 2011

SOLIDÃO

Solidão, é como a morte prematura
Onde só á silencio, por companhia
Anunciando, a gélida terra fria
Nossa ultima morada, a sepultura

Tão triste como o jardim, da amargura
Como amor, desprezado, que porfia
Ou tempestade, imune a ventania
Ou como a vitima, da desventura

Solidão, é tudo, que contraria o real
Inversão, de tudo, quanto é normal
Vida, que não se vive, não é viver

Solidão, é privação delimitada
Não á devaneios, nem prazeres, não á nada
Só aquilo, que esperamos, ao morrer

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

sábado, 28 de maio de 2011

AMOR PERDIDO

Tanto orvalho em meu deserto
A regar o meu jardim
Já não sei o que esta certo
Daquilo que guardo em mim

Recordo um amor perdido
Em minhas lágrimas douradas
Esse amor nunca esquecido
De duas almas penadas

Recordo a sua pureza
Nas horas de intimidade
Esse bem da natureza
Só visto na humanidade

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

não á remédio

Nas convulsões, da vida o mal existe
Os prazeres, gera-os a fantasia
E a maldade persiste, em cada dia
Onde só, nosso imaginar, resiste

Não á remédio, que cure a coisa triste
Nem p`ra curar, a grande tirania
Nem toda expectativa, que se cria
Quando o mal, nos espreita e não desiste


Ah pobre, que andas do bem arredado
E de tudo que é bom, desamparado
Como um astro, no espaço anda perdido

Deixa então de sonhar, com igualdade
Porque sofres, dum mal da humanidade
Que é esse mal, de também teres nascido!

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

quarta-feira, 18 de maio de 2011

jolgo-te rima dum verso meu

Olho-te e leio-te, com tanta alegria!
Julgando-te a rima, dum verso meu
Ou qualquer poema, que do Céu, desceu
Para na terra, ser minha poesia

Em silêncio, teu corpo me dizia
Poeta, olha bem o poema, que sou eu
Este ser, do meu livro, é todo teu
Recebe de bom grado, esta valia

Em todo movimento, tu és sonante
De elegância, suprema e dominante
Que nada me inspira, mas, me cativa

Em cada teu fascínio, um sedutor
Que á tanto tempo, é dono do meu amor
Onde eu te julgo, ser a minha diva

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

sensibilidade

Á perfume no ar
Em ondas de tempestade de amor
Expelido dum jardim, de flores a desabrochar
Senti o êxtase me dominar
Pelas garras do cheiro, de atracão única
Duma bendita alma desesperada, a procurar seu pare
Senti-me invadido pela pureza
Que veio não sei de donde, chegando até mim
Tudo era jardins, perfume, poesia e contágios de natureza
Que o culpado vento, me atirou
Voando em corrida natural, surpresa
A presentear-me, com teu irresistível perfume e me conquistou

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

desejos expressos

Atinge-me com a hipnose
Do teu olhar sedutor,
Percorre os labirintos do meu corpo,
Com tuas mãos, de amor sedentas,
Extravasa sobre meu corpo, teu êxtase,
Teu libido, de paixão,
Invade-me, despudoradamente o desejo,
Que invade meu coração,
Sufoca-me com teus beijos,
Lança sobre mim, tua fúria, teus desejos,
Desfruta intensamente,
Do melhor que á em mim,
Provoca-me alucinações, até á exaustão
Sussurra-me segredos mágicos,
Enquanto depositas em mim, a tua virilidade
E continua-me a olhar assim,
Com teu olhar sedento de desejo,
A denuncia, o prazer eminente
E em fúria tresloucada, invade-me
A murmurar teus anseios, pecaminosos,
Saciando em mim,
A tua sede de amor intenso
Até que de mim brote
Sensações de prazer incessantes
Deixa tuas marcas no meu corpo nu
Que tresloucadamente te entrego
E por entre todas as emoções
De clímaxes e orgasmos,
Mais delírios incontidos,
Termina a nossa ânsia,
Até que a força do desejo
Nos volte a reunir!!!!!!

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO