No meu silêncio te beijo
A escrever no corpo teu
Os ecos do meu desejo
Que o tempo sempre escondeu
Faço-te carícias assim
No silencio do deserto
Me isolo na solidão
Para de ti estar mais perto
Eu vejo na tua nudez
Paisagem de terra e mar
Que com minha sensatez
Quero o teu corpo pintar
Toco a tua pele papel
Sem meus dedos te encontrar
Bebo o teu corpo de mel
Só de pensar em te amar
Penso teu corpo beijar
Na penumbra da nudez
E beijo-te a meditar
Com a minha sensatez
E ouço respirando fundo
Teus suspiros e teus ais
Julgo-me até noutro mundo
P´ra poder respirar mais
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
ÉS MEU ÚNICO CONFIDENTE
Lanço ao infinito meu olhar
Em busca de explicação
Para esse teu balouçar
De raiva e de sedução
Num vai vem de cortesia
Teu ondulado me beija
Quando é pura fantasia
Fazer o que não deseja
Confesso-te os meus segredos
Que só confessei ao Luar
Mas meus receios e medos
Esses não te vou contar
Dou-te toda a timidez
Que com o luar dividi
E toda a minha nudez
Que sempre guardei p´ra ti
Te cortejo com meus pares
Ao luar dos namorados
Percorrendo esses lugares
Que já me são reservados
Tu és oásis e paixão
De pintor e seu pincel
E paraíso de atração
De quem quer ser infiel
És um grande confidente
Onde tudo fica encerrado
Protegendo muita gente
Dos tabus e do pecado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Em busca de explicação
Para esse teu balouçar
De raiva e de sedução
Num vai vem de cortesia
Teu ondulado me beija
Quando é pura fantasia
Fazer o que não deseja
Confesso-te os meus segredos
Que só confessei ao Luar
Mas meus receios e medos
Esses não te vou contar
Dou-te toda a timidez
Que com o luar dividi
E toda a minha nudez
Que sempre guardei p´ra ti
Te cortejo com meus pares
Ao luar dos namorados
Percorrendo esses lugares
Que já me são reservados
Tu és oásis e paixão
De pintor e seu pincel
E paraíso de atração
De quem quer ser infiel
És um grande confidente
Onde tudo fica encerrado
Protegendo muita gente
Dos tabus e do pecado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
ANDAS DENTRO DE MIM SEM EU TEVER
Invadiste o meu peito… P´ra viver
Como perfume… Invade toda flore
Como uma flore… Simboliza o amor
Como o amor… Nos dá vida com prazer
Andas dentro de mim… Sem eu te ver
Obrigando-me… A ser um sonhador
De morrer… Nas chamas do teu calor
Para voltar ao mundo… E renascer
Talvez eu seja fraco… Ou seja louco
Ou tenha mesmo… Disto tudo um pouco
Na cegueira que trago…Em meu pensar
Sei bem, que a causa… Pode ser perdida
Mas enquanto me houver… Sopro de vida
Eu nunca… Desistirei de te amar!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Como perfume… Invade toda flore
Como uma flore… Simboliza o amor
Como o amor… Nos dá vida com prazer
Andas dentro de mim… Sem eu te ver
Obrigando-me… A ser um sonhador
De morrer… Nas chamas do teu calor
Para voltar ao mundo… E renascer
Talvez eu seja fraco… Ou seja louco
Ou tenha mesmo… Disto tudo um pouco
Na cegueira que trago…Em meu pensar
Sei bem, que a causa… Pode ser perdida
Mas enquanto me houver… Sopro de vida
Eu nunca… Desistirei de te amar!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
QUANDO OLHO MULHER BONITA
QUANDO OLHO MULHER BONITA
EU SINTO UM CERTO MAU ESTAR
DA TEMP`RATURA A SUBIR
E O HIDRÁULICO A LEVANTAR
Por ser homem sou assim
Sem ter culpa de assim ser
Ás vezes mesmo sem crer
Deixo que façam de mim
Muita coisa até ao fim
Como se fosse infinita
Esta coisa esquisita
Que não posso dominar
Julgo mesmo ser azar
Quando olho mulher bonita
Se eu pode-se dizia tudo
O que se passa comigo
Á coisas que eu não digo
Não é porque seja mudo
É só um caso bicudo
Se eu começar a contar
Ninguém vai acreditar
No que tenho para dizer
Quando as digo podem crer
Eu sinto um certo mau estar
Até parece uma doença
Dá-me calores e frios
Até me da arrepios
Ao sentir sua presença
Pois faz logo a diferença
Do que me vem a seguir
Mesmo que eu queira fugir
Eu não o consigo fazer
Eu quero sentir o prazer
Da temp`ratura a subir
Tenho sempre uma reacção
Que é difícil de explicar
Que me dá para variar
Nessa mesma ocasião
Sinto subir a pressão
Sem a poder controlar
Sinto tudo a dilatar
E vou ficando alterado
Com tudo acelerado
E o hidráulico a levantar
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
EU SINTO UM CERTO MAU ESTAR
DA TEMP`RATURA A SUBIR
E O HIDRÁULICO A LEVANTAR
Por ser homem sou assim
Sem ter culpa de assim ser
Ás vezes mesmo sem crer
Deixo que façam de mim
Muita coisa até ao fim
Como se fosse infinita
Esta coisa esquisita
Que não posso dominar
Julgo mesmo ser azar
Quando olho mulher bonita
Se eu pode-se dizia tudo
O que se passa comigo
Á coisas que eu não digo
Não é porque seja mudo
É só um caso bicudo
Se eu começar a contar
Ninguém vai acreditar
No que tenho para dizer
Quando as digo podem crer
Eu sinto um certo mau estar
Até parece uma doença
Dá-me calores e frios
Até me da arrepios
Ao sentir sua presença
Pois faz logo a diferença
Do que me vem a seguir
Mesmo que eu queira fugir
Eu não o consigo fazer
Eu quero sentir o prazer
Da temp`ratura a subir
Tenho sempre uma reacção
Que é difícil de explicar
Que me dá para variar
Nessa mesma ocasião
Sinto subir a pressão
Sem a poder controlar
Sinto tudo a dilatar
E vou ficando alterado
Com tudo acelerado
E o hidráulico a levantar
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
JÁ TUDO TE DEI
Se algum dia eu doar meu coração
E conseguir escrever num verso
O nome da nova dona
Lhe direi fulana, é tua
A minha maior riqueza
E em tela de letras
Pintarei um poema
Onde se possa ler
Tudo que eu tinha
Eu já te entreguei
Sem te dar nada
Pois tudo te dei
O cofre secreto
Do sentimento
E até do amor
Tão puro e leal
Que eu sempre
Quis guardar
E te ocultar
Até ao dia
De hoje
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
E conseguir escrever num verso
O nome da nova dona
Lhe direi fulana, é tua
A minha maior riqueza
E em tela de letras
Pintarei um poema
Onde se possa ler
Tudo que eu tinha
Eu já te entreguei
Sem te dar nada
Pois tudo te dei
O cofre secreto
Do sentimento
E até do amor
Tão puro e leal
Que eu sempre
Quis guardar
E te ocultar
Até ao dia
De hoje
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
NÃ PRECISA ROUBAR
Não é preciso roubar…Pois eu vos dou
Minha simples escrita… De poesia
Dou a quem quiser ler… E ter alegria
Tudo aquilo…Que o tempo me ensinou
Vou fazer da herança… Que me restou
Minha obra permanente… Do dia a dia
P`ra te dar… Com a mesma simpatia
Que o verdadeiro poeta… Sempre usou
Letras… São rosas… Sem pétalas nuas
As palavras… Não são minhas… Nem tuas
E quando esculpidas… São obra do autor
Até as cores… Que este universo tem
Não são minhas… Nem tuas… Nem de ninguém
São apenas… Pertença de algum pintor
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Minha simples escrita… De poesia
Dou a quem quiser ler… E ter alegria
Tudo aquilo…Que o tempo me ensinou
Vou fazer da herança… Que me restou
Minha obra permanente… Do dia a dia
P`ra te dar… Com a mesma simpatia
Que o verdadeiro poeta… Sempre usou
Letras… São rosas… Sem pétalas nuas
As palavras… Não são minhas… Nem tuas
E quando esculpidas… São obra do autor
Até as cores… Que este universo tem
Não são minhas… Nem tuas… Nem de ninguém
São apenas… Pertença de algum pintor
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
ATRAÇÃO DA NATUREZA
Fui atraído pela beleza
Do poder da natureza
Que sorria para mim
Percorri o seu jardim
Abracei muitas flores
Em honra aos meus amores
Para me sentir feliz
Recordei só o que fiz
Contigo á luz da lua
Numa praia toda nua
A rebolar na areia
Chamava-te minha sereia
Para te beijar na boca
Perdida andavas louca
Ao ouvir o mar cantar
Começamos a dançar
Sem resistir te abracei
E de novo te beijei
Beijo que não esqueço
Que seu valor e apreço
Á natureza agradeço
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Do poder da natureza
Que sorria para mim
Percorri o seu jardim
Abracei muitas flores
Em honra aos meus amores
Para me sentir feliz
Recordei só o que fiz
Contigo á luz da lua
Numa praia toda nua
A rebolar na areia
Chamava-te minha sereia
Para te beijar na boca
Perdida andavas louca
Ao ouvir o mar cantar
Começamos a dançar
Sem resistir te abracei
E de novo te beijei
Beijo que não esqueço
Que seu valor e apreço
Á natureza agradeço
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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