Como é bela a noite… calma e serena
E se a lua… docemente… nos beijar
Com a força sensual… do seu brilhar
Tornando sua beleza… pura e plena
Em qualquer praia… de vida calma e amena
Onde somente… aja Sereias a cantar
E o mar… puro e dócil… p`ra nos banhar
São os hinos reais… desta vida tão pequena
E neste paraíso… quando alcançado
E meu corpo… em teu corpo… entrelaçado
São atributos… á nossa paixão impune
Momentos… de silencio e de prazer
Para o mundo inteiro… reconhecer
Que só a força, da paixão… é que nos une
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
QUERO FUGIR DO ABISMO
No meu navio á deriva
Encostei ao cais da amargura
E chamei a solidão silenciosa
Que me trouxe-se as asas
Do pensamento
Porque tenho pressa
Quero fugir do abismo
E alcançar o Céu!
Mas não fui ouvido,
Apenas ignorado!
Sem nada poder mudar!
Tive de inverter o caminho
Para recolher os restos
Dos cacos e fanicos!
De tudo que menosprezei,
Na vigência, dos meus erros!
Mas não consegui limpar o mar,
Esse gigante,
Que tudo suporta!
Segredos milenares,
Lixeiras e lixos modernos,
Nossos lixos, meu e teu,
Que tens tu a dizer meu amor?
Não sentes a poluição,
No imenso oceano do teu peito?
Mergulha naquele mar,
Da tua origem e compara,
A herança que recebeste!
E a que pretendes deixar!
Depois chora, o teu arrependimento
Pede desculpa ao mar, á natureza,
Limpa o teu lixo,
Educa o teu filho,
E aconselha o teu semelhante!!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Encostei ao cais da amargura
E chamei a solidão silenciosa
Que me trouxe-se as asas
Do pensamento
Porque tenho pressa
Quero fugir do abismo
E alcançar o Céu!
Mas não fui ouvido,
Apenas ignorado!
Sem nada poder mudar!
Tive de inverter o caminho
Para recolher os restos
Dos cacos e fanicos!
De tudo que menosprezei,
Na vigência, dos meus erros!
Mas não consegui limpar o mar,
Esse gigante,
Que tudo suporta!
Segredos milenares,
Lixeiras e lixos modernos,
Nossos lixos, meu e teu,
Que tens tu a dizer meu amor?
Não sentes a poluição,
No imenso oceano do teu peito?
Mergulha naquele mar,
Da tua origem e compara,
A herança que recebeste!
E a que pretendes deixar!
Depois chora, o teu arrependimento
Pede desculpa ao mar, á natureza,
Limpa o teu lixo,
Educa o teu filho,
E aconselha o teu semelhante!!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sábado, 4 de junho de 2011
MARCAS E AMBIÇÃO
Marcas reais
De puro sentimento,
Construção em papel
Ambição sem limite,
Arranjos de letras,
Arte, poesia, não sei
Magia da mente?
Magia do coração
Que se eterniza?
Provavelmente!
Sementes que o vento
Espalha na terra?
Sim é verdade!
Para colher como?
Em sonhos imaginários?
De telas pintadas
De pura emoção,
Sonho, ambição,
Talvez sim!
Talvez não!
Autor Manuel joão cristino
De puro sentimento,
Construção em papel
Ambição sem limite,
Arranjos de letras,
Arte, poesia, não sei
Magia da mente?
Magia do coração
Que se eterniza?
Provavelmente!
Sementes que o vento
Espalha na terra?
Sim é verdade!
Para colher como?
Em sonhos imaginários?
De telas pintadas
De pura emoção,
Sonho, ambição,
Talvez sim!
Talvez não!
Autor Manuel joão cristino
QUE NINGUÉM DESISTA DO AMOR
Aproveitem o tempo, para amar
O imperativo... Amar, nunca se adia
O amor… Traz felicidade e alegria
E não se pode… Nem se deve, adiar
Se nos for possível… Á que tentar
Ter e fazer… Amor, de noite e dia
Quanto mais se faz… Mais se evidencia
O amor, é p`ra fazer… Até cansar
A palavra amor… Anda desfasada
Da forma… Como tem sido usada
Parece banal… O seu parecer
Que ninguém desista… De ter amor
E que preserve… Sempre este valor
De fazer amor… Sempre que poder
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
O imperativo... Amar, nunca se adia
O amor… Traz felicidade e alegria
E não se pode… Nem se deve, adiar
Se nos for possível… Á que tentar
Ter e fazer… Amor, de noite e dia
Quanto mais se faz… Mais se evidencia
O amor, é p`ra fazer… Até cansar
A palavra amor… Anda desfasada
Da forma… Como tem sido usada
Parece banal… O seu parecer
Que ninguém desista… De ter amor
E que preserve… Sempre este valor
De fazer amor… Sempre que poder
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quinta-feira, 2 de junho de 2011
SINTO A TUA DOR IRMÃO
Há dias que me julgo
Um farrapo velho
Uma coisa inútil!
Sinto-me um fragmento humano
No meio de gente fina!
Sinto-me carpete espezinhada
Pelos senhores da terra!
Sinto-me bacia vulgar
Colhendo as lágrimas
Dos pobres e oprimidos!
Sinto-me bola, de ping pong
Arremessada sem escrúpulos
Pelas mãos poderosas!
Sinto a minha e tua dor, irmão!
E comungo contigo
O jejum da tua fome!
E dessa crónica tristeza, da miséria
Que te faz rir!
Por ser, teu único bem
Só teu e de mais ninguém
Esse riso irónico e trocista
Que só a miséria tem!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Um farrapo velho
Uma coisa inútil!
Sinto-me um fragmento humano
No meio de gente fina!
Sinto-me carpete espezinhada
Pelos senhores da terra!
Sinto-me bacia vulgar
Colhendo as lágrimas
Dos pobres e oprimidos!
Sinto-me bola, de ping pong
Arremessada sem escrúpulos
Pelas mãos poderosas!
Sinto a minha e tua dor, irmão!
E comungo contigo
O jejum da tua fome!
E dessa crónica tristeza, da miséria
Que te faz rir!
Por ser, teu único bem
Só teu e de mais ninguém
Esse riso irónico e trocista
Que só a miséria tem!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quarta-feira, 1 de junho de 2011
teu mal é minha dor de noite e dia
Acordo por sentir, teu sofrimento
Tua dor silenciosa, me contagia
Guardo no peito, a tua triste alegria
Onde guardo também, o meu lamento
Tentei atirar, as tuas, magoas ao vento
E mais a grande dor, que me assistia
Que fez brotar de mim, esta poesia
Que á muito, conquistou meu pensamento
Teu mal, é minha dor, de noite e dia
Realidade, que o meu coração escondia
Para não, agravar mais, esse teu estado
Sempre em sofrimento, de ti distante
Menti ao mundo, fazendo-me ignorante
Hoje com o teu amor, tudo é passado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Tua dor silenciosa, me contagia
Guardo no peito, a tua triste alegria
Onde guardo também, o meu lamento
Tentei atirar, as tuas, magoas ao vento
E mais a grande dor, que me assistia
Que fez brotar de mim, esta poesia
Que á muito, conquistou meu pensamento
Teu mal, é minha dor, de noite e dia
Realidade, que o meu coração escondia
Para não, agravar mais, esse teu estado
Sempre em sofrimento, de ti distante
Menti ao mundo, fazendo-me ignorante
Hoje com o teu amor, tudo é passado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
POESIA DE TUDO OU NADA
Minha poesia
É de folhas vividas
E folhas mortas
Estrelas brilhantes
E luzes apagadas
Ambições desejadas
Derrotas confirmadas
De gritos e choro
De alegria e sorrisos
De liberdade verdadeira
E outras vezes privada
De recordações lindas
E outras humilhantes
Fanicos de tudo
Fanicos de nada
Mistérios por desvendar
Caminhos sem rumo
Noites sem estrelas
Sentimentos meus
Cumplicidade tua
Coração desmembrado
Grito de revolta
Cacos, restos, de tudo
Ou restos de nada
Tudo tem lugar
Na minha poesia
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
É de folhas vividas
E folhas mortas
Estrelas brilhantes
E luzes apagadas
Ambições desejadas
Derrotas confirmadas
De gritos e choro
De alegria e sorrisos
De liberdade verdadeira
E outras vezes privada
De recordações lindas
E outras humilhantes
Fanicos de tudo
Fanicos de nada
Mistérios por desvendar
Caminhos sem rumo
Noites sem estrelas
Sentimentos meus
Cumplicidade tua
Coração desmembrado
Grito de revolta
Cacos, restos, de tudo
Ou restos de nada
Tudo tem lugar
Na minha poesia
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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