Eu vos faço este poema
Ao homem dedico o tema
P`ra falar de liberdade
Eu gostava de saber
O que tu tens a dizer
A esta desigualdade
Para quê esta barreira
Tanto limite e fronteiras
Imposto á humanidade
Para quê tanta promessa
Tanta coisa controversa
E falta de honestidade
A liberdade é utopia
Quem dela beneficia
É sim o peixe graúdo
Todo que não respeita
E a nada se sujeita
Como faz o mais miúdo
Ninguém áde conhecer
Ao homem ter o prazer
De ser livre como o vento
O limite e a censura
É mal que não tem cura
Que vem em qualquer momento
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Há muitos que têm olhos
Há muitos que têm olhos
É o mesmo que não ter
Eu não sei porque não vêm
Tudo o que eu consigo ver
A forma como te vejo
Pois não tem explicação
Vejo-te em todo o lado
Tudo me faz confusão
Mesmo a dormir te vejo
Quando não estou consciente
Sonho contigo acordado
Tudo em mim é diferente
Á muito que te observo
Com vontade de entender
O que á em ti diferente
Que não consigo esquecer
Eu tenho a convicção
Que isto não seja normal
Ou será pura ilusão
De uma visão irreal
O tempo vai encontrar
Resposta p´ra tudo isto
Dando-me toda a razão
Naquilo que tenho visto
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
É o mesmo que não ter
Eu não sei porque não vêm
Tudo o que eu consigo ver
A forma como te vejo
Pois não tem explicação
Vejo-te em todo o lado
Tudo me faz confusão
Mesmo a dormir te vejo
Quando não estou consciente
Sonho contigo acordado
Tudo em mim é diferente
Á muito que te observo
Com vontade de entender
O que á em ti diferente
Que não consigo esquecer
Eu tenho a convicção
Que isto não seja normal
Ou será pura ilusão
De uma visão irreal
O tempo vai encontrar
Resposta p´ra tudo isto
Dando-me toda a razão
Naquilo que tenho visto
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
Eu tenho saudades de ver o inverno
Eu tenho saudade, de ver o inverno
Ver como a trovoada, se precipita
Como ela se transforma, num inferno
E por vezes se torna, tão bonita
Porque na luz dos raios, eu nunca vejo
A beleza que á neles, no clarão
Mas olho no arco-íris, e com desejo
Para satisfazer, minha paixão
Mas eu queria no entanto, perceber
Porquê toda a magia, deste meu crer
Quando algo se torna, fenomenal
Durante os milénios, que já passaram
Foi bem pouco aquilo, que nos mostraram
Para provar que isto, seja normal
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
Ver como a trovoada, se precipita
Como ela se transforma, num inferno
E por vezes se torna, tão bonita
Porque na luz dos raios, eu nunca vejo
A beleza que á neles, no clarão
Mas olho no arco-íris, e com desejo
Para satisfazer, minha paixão
Mas eu queria no entanto, perceber
Porquê toda a magia, deste meu crer
Quando algo se torna, fenomenal
Durante os milénios, que já passaram
Foi bem pouco aquilo, que nos mostraram
Para provar que isto, seja normal
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
A pensar eu viajei
A pensar eu viajei
P`lo mundo inteiro andei
Da verdade eu fui agente
Só vi ódio e malvadez
Em grego ou em Chinês
Não á nada diferente
Andei de Pais em Pais
Vi muita gente feliz
E miséria em todo o lado
Gente que tudo domina
Levando outros á ruína
Neste mundo injustiçado
Em toda a parte foi igual
Uns estão bem outros mal
A justiça não existe
O dinheiro é o poder
Serve de arma p`ra vencer
Aquele que lhe resiste
As liberdades são poucas
E o pão de algumas bocas
Que a ele têm direito
Para o resto a repressão
Nem liberdade nem pão
Ou tudo menos respeito
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
P`lo mundo inteiro andei
Da verdade eu fui agente
Só vi ódio e malvadez
Em grego ou em Chinês
Não á nada diferente
Andei de Pais em Pais
Vi muita gente feliz
E miséria em todo o lado
Gente que tudo domina
Levando outros á ruína
Neste mundo injustiçado
Em toda a parte foi igual
Uns estão bem outros mal
A justiça não existe
O dinheiro é o poder
Serve de arma p`ra vencer
Aquele que lhe resiste
As liberdades são poucas
E o pão de algumas bocas
Que a ele têm direito
Para o resto a repressão
Nem liberdade nem pão
Ou tudo menos respeito
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
A falta de pudor da mocidade
A falta de pudor, da mocidade
É luxúria, pagã e é safadeza
É frenesim, constante de maldade
É desprezo p`lo são, pela pureza
Querem viver na sombra da verdade
Sobre este manto rude, da tristeza
Vejo meus cadilhos, nessa maldade
Não vendo para eles, qualquer defesa
Eu trago rosas verdes, de esperança
Em minhas mãos, as preces de mudança
No meu peito trago, punhais e dor
Minha consciente voz, já me anda rouca,
Eu hoje posso dizer, por minha boca,
Que parem de atentar, contra o pudor!
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
É luxúria, pagã e é safadeza
É frenesim, constante de maldade
É desprezo p`lo são, pela pureza
Querem viver na sombra da verdade
Sobre este manto rude, da tristeza
Vejo meus cadilhos, nessa maldade
Não vendo para eles, qualquer defesa
Eu trago rosas verdes, de esperança
Em minhas mãos, as preces de mudança
No meu peito trago, punhais e dor
Minha consciente voz, já me anda rouca,
Eu hoje posso dizer, por minha boca,
Que parem de atentar, contra o pudor!
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
GOSTO DO AMOR QUE TENHO
Gosto do amor que tenho
Com o nome de Idalina
Por ser mais que uma senhora
Com uma cara de menina
Quando está junto de mim
Está sempre apaixonada
Só quer que lhe dê beijos
Não precisa de mais nada
Ai Ai Ai
Este amor é especial
Tem tudo aquilo que eu gosto
Não conheço outro igual
Esta mulher me fascina
Até me faz andar louco
Tudo aquilo que fazemos
Para mim é sempre pouco
Nesse seu jeito de amar
Até parece que é louca
Caindo para meus braços
P`ra panhar beijos na boca
Bis Bis Bis
E depois de ser beijada
Fica mais bonita ainda
A nossa paixão aumenta
Este amor que nunca finda
Todos os dias brincamos
De maneira apaixonada
Dando vida ao nosso amor
Onde não lhe faltar nada
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
Com o nome de Idalina
Por ser mais que uma senhora
Com uma cara de menina
Quando está junto de mim
Está sempre apaixonada
Só quer que lhe dê beijos
Não precisa de mais nada
Ai Ai Ai
Este amor é especial
Tem tudo aquilo que eu gosto
Não conheço outro igual
Esta mulher me fascina
Até me faz andar louco
Tudo aquilo que fazemos
Para mim é sempre pouco
Nesse seu jeito de amar
Até parece que é louca
Caindo para meus braços
P`ra panhar beijos na boca
Bis Bis Bis
E depois de ser beijada
Fica mais bonita ainda
A nossa paixão aumenta
Este amor que nunca finda
Todos os dias brincamos
De maneira apaixonada
Dando vida ao nosso amor
Onde não lhe faltar nada
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
No que fazemos na vida
No que fazemos na vida
Há algo que nos conduz
Na mensagem renascida
Direitinha p`ra Jesus
Se queremos alcançar
Uma esperança perdida
É preciso acreditar
No que fazemos em vida
É preciso recordar
Que o Natal é mesmo luz
Para Natal respeitar
Há algo que nos conduz
Virgem Maria recordar
É não ficar esquecida
È do Natal se falar
Na mensagem renascida
Com um coração aberto
Tudo o que é bom nos seduz
Seguir no caminho certo
Direitinho p`ra Jesus
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
Há algo que nos conduz
Na mensagem renascida
Direitinha p`ra Jesus
Se queremos alcançar
Uma esperança perdida
É preciso acreditar
No que fazemos em vida
É preciso recordar
Que o Natal é mesmo luz
Para Natal respeitar
Há algo que nos conduz
Virgem Maria recordar
É não ficar esquecida
È do Natal se falar
Na mensagem renascida
Com um coração aberto
Tudo o que é bom nos seduz
Seguir no caminho certo
Direitinho p`ra Jesus
AUTOR
MANUEL J CRISTINO
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