Rompe com a solidão
Expõe-te á janela
Desafiando o silencio
Rasga o breu da noite
Com tuas meditações
Ouve a linguagem dos astros
Contempla o Céu e as estrelas
Lança-te, nos braços da lua
Dá-lhe teu corpo íntimo
Como troféu
Para venerar os Deuses
Que te exigem a intimidade
Dorme na cama das Virgens
Ao som do musical natureza
No silencio do mar revolto
Onde o grasnar das gaivotas
Desperta o sol que se levanta
Para te beijar e afagar o rosto
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
SUO NOMADA SOU CIGANO
Nos segredos da noite… Eu divaguei
E ao som dos tambores… Andei cantando
Para enganar meu sono… Andei penando
Por este mundo vil… Que sempre amei
Como criança do mundo… Caminhei
Numa caravana… Vagabundeando
Na dureza da vida… Vegetando
Neste errante mundo… Que eu encontrei
Fui sou e serei nómada… Sou cigano
Sou igual a ti…Ó senhor!!! Sou ser humano
Ninguém me vai domar… Nem na prisão
Vagueio ao som dos tambores… Livremente
Cumpro as leis e regras… Da minha gente
Que sempre viveu… Sem tecto e sem pão
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
E ao som dos tambores… Andei cantando
Para enganar meu sono… Andei penando
Por este mundo vil… Que sempre amei
Como criança do mundo… Caminhei
Numa caravana… Vagabundeando
Na dureza da vida… Vegetando
Neste errante mundo… Que eu encontrei
Fui sou e serei nómada… Sou cigano
Sou igual a ti…Ó senhor!!! Sou ser humano
Ninguém me vai domar… Nem na prisão
Vagueio ao som dos tambores… Livremente
Cumpro as leis e regras… Da minha gente
Que sempre viveu… Sem tecto e sem pão
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 25 de dezembro de 2011
PEDIDO AO PAI NATAL
O meu Deus… Que és o dono da bondade
Acompanha-me sempre… Em meu caminho
Para que nunca… Me sinta sozinho
Dá-me a tua companhia… Traz-me a verdade
Oh meu Senhor… Meu raio de claridade
Toca-me… Com tua luz e o teu carinho
Dá-me a beber teu sangue… Feito vinho
Que eu bem preciso… Da tua caridade
Ando á muito… De ti desencontrado
Já perdi a juventude… Estou cansado
Sem ti… Minha vida não tem sentido
E como vós perdoais… Quem está errado
Quero com o teu perdão… Ser perdoado
Te imploro… Como pobre arrependido
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Acompanha-me sempre… Em meu caminho
Para que nunca… Me sinta sozinho
Dá-me a tua companhia… Traz-me a verdade
Oh meu Senhor… Meu raio de claridade
Toca-me… Com tua luz e o teu carinho
Dá-me a beber teu sangue… Feito vinho
Que eu bem preciso… Da tua caridade
Ando á muito… De ti desencontrado
Já perdi a juventude… Estou cansado
Sem ti… Minha vida não tem sentido
E como vós perdoais… Quem está errado
Quero com o teu perdão… Ser perdoado
Te imploro… Como pobre arrependido
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
NAUFRAGUEI NO MAR DA ILUSÃO
Naveguei em mar revolto… Andei perdido
Para encontrar sossego… Na tua paz
Naveguei para frente e… Para trás
Sem minha róta… Me fazer sentido
Da esperança… Vivi desiludido
Sem pilotar meu navio… Por incapaz
Naveguei por mares… De coisas más
Sempre a lutar… P´ra nunca ser vencido
Nos mares que naveguei… Plantei rosas
Em suas ondas pintei… Sereias formosas
Gritei bem alto… O nome de Marinheiro
Implorei aos Céus e…Falei com Jesus
Vesti o meu burel… Ostentando a Cruz
E rezei ao meu Deus… Nosso timoneiro
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Para encontrar sossego… Na tua paz
Naveguei para frente e… Para trás
Sem minha róta… Me fazer sentido
Da esperança… Vivi desiludido
Sem pilotar meu navio… Por incapaz
Naveguei por mares… De coisas más
Sempre a lutar… P´ra nunca ser vencido
Nos mares que naveguei… Plantei rosas
Em suas ondas pintei… Sereias formosas
Gritei bem alto… O nome de Marinheiro
Implorei aos Céus e…Falei com Jesus
Vesti o meu burel… Ostentando a Cruz
E rezei ao meu Deus… Nosso timoneiro
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
AMAR SIM MAS SABER AMAR
No silêncio da natureza… Eu penso
Suspiro e lamento… Brotando amor
Aos teus dotes de mulher… Bebo a dor
Deste meu mal crónico… Que não venço
Em segredo á muito… Que te pertenço
Só que o secretismo… Perdeu valor
Perante a… Liberdade e o despudor
Neste mundo… Tão gigante e tão intenso
Um amor verdadeiro… É transparente
Já que filhos do amor… São toda gente
Mesmo se no seu percurso… Abortou
Amar, fazer amor…É ser perfeito
Amor ou amar… Se faz do mesmo jeito
E da forma… Que Deus nos ensinou
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Suspiro e lamento… Brotando amor
Aos teus dotes de mulher… Bebo a dor
Deste meu mal crónico… Que não venço
Em segredo á muito… Que te pertenço
Só que o secretismo… Perdeu valor
Perante a… Liberdade e o despudor
Neste mundo… Tão gigante e tão intenso
Um amor verdadeiro… É transparente
Já que filhos do amor… São toda gente
Mesmo se no seu percurso… Abortou
Amar, fazer amor…É ser perfeito
Amor ou amar… Se faz do mesmo jeito
E da forma… Que Deus nos ensinou
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 18 de dezembro de 2011
P´LO TEU AMOR TUDO FAREI
Em desespero… Eu cedo ao coração
Porque já te guardo… Em vitrais dourados
Espelhos… De passados retratados
Ou brasido… Duma nova erupção
Vou mantendo desejos… De ficção
Deste amor… De sonhos tanto sonhados
Que lá no Céu… São preces de pecados
Onde eu sou pecador… Sem solução
Oh Rainha dos Céus… Flor do meu jardim
Tormentas ciclónicas… Sem ter fim
Tragam-me… Tela branca de pintar
Pintarei a tua imagem… Mas sem fingir
Que se teu amor… Eu nunca conseguir
Mesmo em tela pitada… Te vou amar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Porque já te guardo… Em vitrais dourados
Espelhos… De passados retratados
Ou brasido… Duma nova erupção
Vou mantendo desejos… De ficção
Deste amor… De sonhos tanto sonhados
Que lá no Céu… São preces de pecados
Onde eu sou pecador… Sem solução
Oh Rainha dos Céus… Flor do meu jardim
Tormentas ciclónicas… Sem ter fim
Tragam-me… Tela branca de pintar
Pintarei a tua imagem… Mas sem fingir
Que se teu amor… Eu nunca conseguir
Mesmo em tela pitada… Te vou amar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sábado, 17 de dezembro de 2011
O QUE SOBRESAI EM TI É SEDUÇÃO
Há no teu olhar sedutor…Uma atração
E na tua expressão…Tanta vaidade
Que me faz transbordar… Esta saudade
Quando sinto…O bater do coração
Tudo que sobressai em ti… É sedução
Que me atinge… Sem nenhuma piedade
Quando sonho os teus beijos… De maldade
Eu me deixo iludir… Em confusão
Vivo como qualquer pobre… Ou mendigo
Sabendo… Que sem teu amor não consigo
Alcançar a minha coroa… De rei
Apenas só tu serás… Minha saída
Jogo nas tuas mãos… Toda a minha vida
Depende de ti… Aquilo que eu serei
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
E na tua expressão…Tanta vaidade
Que me faz transbordar… Esta saudade
Quando sinto…O bater do coração
Tudo que sobressai em ti… É sedução
Que me atinge… Sem nenhuma piedade
Quando sonho os teus beijos… De maldade
Eu me deixo iludir… Em confusão
Vivo como qualquer pobre… Ou mendigo
Sabendo… Que sem teu amor não consigo
Alcançar a minha coroa… De rei
Apenas só tu serás… Minha saída
Jogo nas tuas mãos… Toda a minha vida
Depende de ti… Aquilo que eu serei
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
AUSENTE DE TI NÃO POSSO VIVER
Fecho-me no silêncio… Do meu dia
Escutando… A tua voz tão musical
Que julgo verdadeiro… Recital
De minha nobre… Modesta poesia
Enches minha tristeza… De alegria
Paras a minha dor… Curas meu mal
Estrela… De nobreza universal
Onde reina… A pureza da magia
Tua imagem… Reflecte no meu olhar
Ande minha vida… Por onde andar
Seja na luz nas trevas… Ou no breu
Ausente de ti… Não posso viver
Será junto a ti…Que quero morrer
No dia…Que fores minha e eu for teu
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Escutando… A tua voz tão musical
Que julgo verdadeiro… Recital
De minha nobre… Modesta poesia
Enches minha tristeza… De alegria
Paras a minha dor… Curas meu mal
Estrela… De nobreza universal
Onde reina… A pureza da magia
Tua imagem… Reflecte no meu olhar
Ande minha vida… Por onde andar
Seja na luz nas trevas… Ou no breu
Ausente de ti… Não posso viver
Será junto a ti…Que quero morrer
No dia…Que fores minha e eu for teu
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
ARQUIVOS E REGISTOS
Quem não tem… Na memoria bem gravado
Recordações… De amor e de paixão
Convicções falhadas… Desilusão
E a revolta… De saber que é enganado
Pois eu tenho… Meu arquivo bem guardado
De escritos e ditos… Que já lá vão
Dentro do peito… Trago ódio e aversão
A tudo que renega… Meu passado
Bem guardados… Só trago sentimentos
São restos… São fanicos ou fragmentos
De rabiscos… Por mim bem pesquisados
Tenho em meu arquivo…Recordações
Alegrias… Tristezas… Desilusões
Das vitórias e os planos… Fracassados
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Recordações… De amor e de paixão
Convicções falhadas… Desilusão
E a revolta… De saber que é enganado
Pois eu tenho… Meu arquivo bem guardado
De escritos e ditos… Que já lá vão
Dentro do peito… Trago ódio e aversão
A tudo que renega… Meu passado
Bem guardados… Só trago sentimentos
São restos… São fanicos ou fragmentos
De rabiscos… Por mim bem pesquisados
Tenho em meu arquivo…Recordações
Alegrias… Tristezas… Desilusões
Das vitórias e os planos… Fracassados
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 11 de dezembro de 2011
TUA ESCULTURA ME FAZ PENSAR
Ao ver os teus cabelos… Esvoaçando
Recorda-me… O teu jeito de encantar
E essa tua escultura… Faz eu pensar
Como te descrever… Ando cismando
Não vendo o teu rosto… Fico pensando
Em prender-me… Ao teu charme… Num olhar
Esconder meu sofrer… Por te adorar
E tudo que por ti…Vivo sonhando
Nada me faz parar… Nesta ilusão
Impulsos… Do meu próprio coração
São doença… Natural incontrolada
E o tempo decorrente… Irá provar
Que todo coração… Querendo amar
É portador de doença… Desejada
AUTOR MANUEL JOAO CRISTINO
Recorda-me… O teu jeito de encantar
E essa tua escultura… Faz eu pensar
Como te descrever… Ando cismando
Não vendo o teu rosto… Fico pensando
Em prender-me… Ao teu charme… Num olhar
Esconder meu sofrer… Por te adorar
E tudo que por ti…Vivo sonhando
Nada me faz parar… Nesta ilusão
Impulsos… Do meu próprio coração
São doença… Natural incontrolada
E o tempo decorrente… Irá provar
Que todo coração… Querendo amar
É portador de doença… Desejada
AUTOR MANUEL JOAO CRISTINO
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
POR TE CRER TANTO PERDI
Julguei-te sempre minha… Eternamente
Com sonhos… Mal sonhados que sonhei
No tempo que passou… Nunca pensei
Que a gente… Nunca é dono doutra gente
Já hoje… Meu sonhar é bem diferente
Confesso… Que a mim próprio me enganei
Com meus sonhos… Paternais que invoquei
Fiz da tua liberdade… Um ser ausente
Por te crer tanto assim… Tudo perdi
Foi de sonhos e utopias… Que vivi
Neste mundo… Por mim idealizado
Realizei projectos… Em minha mente
Julguei-me o poderoso… O mais valente
Nesta cegueira… Deste mundo errado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Com sonhos… Mal sonhados que sonhei
No tempo que passou… Nunca pensei
Que a gente… Nunca é dono doutra gente
Já hoje… Meu sonhar é bem diferente
Confesso… Que a mim próprio me enganei
Com meus sonhos… Paternais que invoquei
Fiz da tua liberdade… Um ser ausente
Por te crer tanto assim… Tudo perdi
Foi de sonhos e utopias… Que vivi
Neste mundo… Por mim idealizado
Realizei projectos… Em minha mente
Julguei-me o poderoso… O mais valente
Nesta cegueira… Deste mundo errado
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
NA CIDADE A NOITE NÃO DORME
Na cidade… A noite nunca adormece
Corações perdidos… Buscam seu par
Vão por becos e vielas… Namorar
Na sombra da noite… Quando escurece
Momentos que a noite… Nos oferece
Como erupção vinda… Do verbo amar
Onde as emoções… Vêm desabafar
Confidencias á noite… Que não esquece
Momentos de exibição… Ou de ternura
Que escondem… Muitas vezes amargura
Nas lágrimas… Do sorriso a fingir
As horas passadas… No breu e no luar
Sabem todos… Que só vão terminar
Quando o atrevido sol … Nos descobrir
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Corações perdidos… Buscam seu par
Vão por becos e vielas… Namorar
Na sombra da noite… Quando escurece
Momentos que a noite… Nos oferece
Como erupção vinda… Do verbo amar
Onde as emoções… Vêm desabafar
Confidencias á noite… Que não esquece
Momentos de exibição… Ou de ternura
Que escondem… Muitas vezes amargura
Nas lágrimas… Do sorriso a fingir
As horas passadas… No breu e no luar
Sabem todos… Que só vão terminar
Quando o atrevido sol … Nos descobrir
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 27 de novembro de 2011
ESTREMEÇO QUANDO TE OUÇO
Tua voz doce e meiga… Me contagia
Quando fala… Sua língua mais singela
E torna-se mais…Musical e bela
Em cadência…De pura sinfonia
Ouço-te… Em paz de espírito e harmonia
E de olhos fechados… Te pinto em tela
Uso a tua doçura…Como aguarela
Vivendo no meu mundo…De alegria
Da beleza sonora… És grande expoente
Tuas ondas sonantes…Prendem a gente
Com formas de pureza…Natural
Vivo a contemplar-te… Por te adorar
E digo que é Deus…A ter de explicar
A razão…Porque te fez tão especial
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Quando fala… Sua língua mais singela
E torna-se mais…Musical e bela
Em cadência…De pura sinfonia
Ouço-te… Em paz de espírito e harmonia
E de olhos fechados… Te pinto em tela
Uso a tua doçura…Como aguarela
Vivendo no meu mundo…De alegria
Da beleza sonora… És grande expoente
Tuas ondas sonantes…Prendem a gente
Com formas de pureza…Natural
Vivo a contemplar-te… Por te adorar
E digo que é Deus…A ter de explicar
A razão…Porque te fez tão especial
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
QUERIA SER MEU PENSAMENTO
Eu próprio…Queria ser o pensamento
Para mais facilmente…Te abraçar
E sem palavras… Te poder amar
Afastando de mim… O sofrimento
Queria ser… Como o luar em movimento
Ser a mais pura flor… A de encantar
Figura mítica… Em qualquer altar
Ser a paz serena… Do teu lamento
Ah! como eu queria ser…O Céu estrelado
Manter o teu caminho… Iluminado
E dar-te de presente… A terra e o mar
Penso como ser Deus… Ser o teu guia
Ser teu sol privado…De noite e dia
Para em ti… Me fundir e m`encantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Para mais facilmente…Te abraçar
E sem palavras… Te poder amar
Afastando de mim… O sofrimento
Queria ser… Como o luar em movimento
Ser a mais pura flor… A de encantar
Figura mítica… Em qualquer altar
Ser a paz serena… Do teu lamento
Ah! como eu queria ser…O Céu estrelado
Manter o teu caminho… Iluminado
E dar-te de presente… A terra e o mar
Penso como ser Deus… Ser o teu guia
Ser teu sol privado…De noite e dia
Para em ti… Me fundir e m`encantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
CRONICA SAUDADE
A saudade
Me invadiu
E ficou a viver em mim,
Saudade dos beijos que te dei,
Em momentos que te olhei,
Saudade, do prazer que te dava
Com minhas mãos abeis,
Sem ao menos te tocar,
Saudade das noites
Passadas contigo,
No meu quarto de ilusões,
Saudade das lágrimas vertidas,
Deslizando dentro de mim,
Em cada rima, dos versos
Que te dediquei,
P´ra me tornar poeta,
Saudades do prazer dividido,
Só em sonho alcançado,
Saudade dos suspiros,
Dos ais e dos gemidos,
Que imaginava ouvir-te
No silencio da noite,
Sem saber onde tu estavas,
Sem saudade da tua ausência
E distancia prematura,
Que hoje são a causa
Do lamento e da loucura,
Da minha saudade crónica,
Que persiste, sem ter cura!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Me invadiu
E ficou a viver em mim,
Saudade dos beijos que te dei,
Em momentos que te olhei,
Saudade, do prazer que te dava
Com minhas mãos abeis,
Sem ao menos te tocar,
Saudade das noites
Passadas contigo,
No meu quarto de ilusões,
Saudade das lágrimas vertidas,
Deslizando dentro de mim,
Em cada rima, dos versos
Que te dediquei,
P´ra me tornar poeta,
Saudades do prazer dividido,
Só em sonho alcançado,
Saudade dos suspiros,
Dos ais e dos gemidos,
Que imaginava ouvir-te
No silencio da noite,
Sem saber onde tu estavas,
Sem saudade da tua ausência
E distancia prematura,
Que hoje são a causa
Do lamento e da loucura,
Da minha saudade crónica,
Que persiste, sem ter cura!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 25 de outubro de 2011
ABRIU-SE A PORTA DA PRISÃO
Chegou o amor que me faltava
Nasceu dum sonho imperfeito
Desta vontade desgarrada
Que fez do meu peito um brasido
Ao ver-te a olhar p´ra mim
Nessa expressão de entrega
Que interiorizei sem fim
Chegaste com o vento
Suave e manso
Poluíste o ar que respiro
Com teu perfume de amor
Respirei-te, toque-te beijei-te
Entrelaçado, entre braços
E mistura de beijos
Soltei um grito de silêncio
Entre gemidos e palavras obscenas
Pesou-te e tu me pesos
Nos envolvemos
E balbuciamos palavras
Pensadas não ditas
Atmosfera de deleite e prazer
Musical de amor
Nunca antes vivido
Momento indescritível
Abriu-se a porta da prisão
Dos sentimentos oprimidos
Libertou-se a vontade de amar
Odores perfumes de prazer
Foram lançados no ar
Contrastes, movimentos e danças
De momentos inebriantes
Ânsias, descontrole, puxões
Carícias, apertões, palavrões
Sensualidade e virilidade
Que brindamos
Com o cálice amargo
Do amor inexperiência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Nasceu dum sonho imperfeito
Desta vontade desgarrada
Que fez do meu peito um brasido
Ao ver-te a olhar p´ra mim
Nessa expressão de entrega
Que interiorizei sem fim
Chegaste com o vento
Suave e manso
Poluíste o ar que respiro
Com teu perfume de amor
Respirei-te, toque-te beijei-te
Entrelaçado, entre braços
E mistura de beijos
Soltei um grito de silêncio
Entre gemidos e palavras obscenas
Pesou-te e tu me pesos
Nos envolvemos
E balbuciamos palavras
Pensadas não ditas
Atmosfera de deleite e prazer
Musical de amor
Nunca antes vivido
Momento indescritível
Abriu-se a porta da prisão
Dos sentimentos oprimidos
Libertou-se a vontade de amar
Odores perfumes de prazer
Foram lançados no ar
Contrastes, movimentos e danças
De momentos inebriantes
Ânsias, descontrole, puxões
Carícias, apertões, palavrões
Sensualidade e virilidade
Que brindamos
Com o cálice amargo
Do amor inexperiência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
SONHOS MAS IRREAIS
Num breve sonho eu sonhei
Que á Virgem Maria falei
Junto a Deus omnipotente
Deus Pai estava sentado
Por Jesus assessorado
Seu filho omnipresente
Perguntei ao Deus menino
P´ra me falar do destino
Depois da vida acabar
Olhou-me e disse a sorrir
Quem a luz de Deus seguir
Vai rumo ao eternizar
Sem saber lá fui andando
Por todo o altar fui rezando
A Deus prestei homenagem
De joelhos junto ao altar
Pedi-lhe no Céu um lugar
P´ro fim da minha viagem
Depois cantei p´ra Jesus
No palco da grande luz
Do condado Celestial
Cantei pedindo a rezar
Para Deus nos vir salvar!
E livrar de todo o mal
Louvado sejas Senhor
Abrigo do pecador
Juiz do bem e do mal
Protector do moribundo
Pintor que pintou o mundo
Rei do reino universal
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Que á Virgem Maria falei
Junto a Deus omnipotente
Deus Pai estava sentado
Por Jesus assessorado
Seu filho omnipresente
Perguntei ao Deus menino
P´ra me falar do destino
Depois da vida acabar
Olhou-me e disse a sorrir
Quem a luz de Deus seguir
Vai rumo ao eternizar
Sem saber lá fui andando
Por todo o altar fui rezando
A Deus prestei homenagem
De joelhos junto ao altar
Pedi-lhe no Céu um lugar
P´ro fim da minha viagem
Depois cantei p´ra Jesus
No palco da grande luz
Do condado Celestial
Cantei pedindo a rezar
Para Deus nos vir salvar!
E livrar de todo o mal
Louvado sejas Senhor
Abrigo do pecador
Juiz do bem e do mal
Protector do moribundo
Pintor que pintou o mundo
Rei do reino universal
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 23 de outubro de 2011
ESQEÇAM O TEMPO QUE PASSOU
Não façam conta…Ao tempo que passou
Que o prazer de viver…Não tem idade
Mesmo este tempo…É pura falsidade
Na corrida e meta…Que nos legou
Pergunto quem foi…Que o tempo inventou?
Juventude…Velhice e mocidade
Divisão injusta…Da desigualdade
Como o tempo…Sempre nos provou
Nós vamos andando…Mesmo parados
E neste tempo…Vivendo enganados
Como qualquer um ser…Que não tem vida
Nós não paramos…Ao longo da viagem
Subimos na vida…Mas de passagem
P´ra depois…Sucumbirmos na descida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Que o prazer de viver…Não tem idade
Mesmo este tempo…É pura falsidade
Na corrida e meta…Que nos legou
Pergunto quem foi…Que o tempo inventou?
Juventude…Velhice e mocidade
Divisão injusta…Da desigualdade
Como o tempo…Sempre nos provou
Nós vamos andando…Mesmo parados
E neste tempo…Vivendo enganados
Como qualquer um ser…Que não tem vida
Nós não paramos…Ao longo da viagem
Subimos na vida…Mas de passagem
P´ra depois…Sucumbirmos na descida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sábado, 22 de outubro de 2011
PRECIPÍCIO DE AGUA LIVRE
Debaixo de ti… Me deixo afundar
Para tocar…Teu rochedo sensual
Esquecendo-me do mundo…Virtual
P´ra poder apreciar em ti…O Céu e o mar
Quadro natural…Que me faz pensar
No reflexo do sol…Como um vitral
Que te dá…Essa pureza natural
De ser o paraíso…Do verbo amar
Teu tilintar…Parece melodia
Não para de tocar…De noite e dia
No reflexo da luz…De sol ou luar
Tu és da natureza…Nobre canção
A mais pura melodia…De atração
Que este mundo…Deseja ouvir cantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Para tocar…Teu rochedo sensual
Esquecendo-me do mundo…Virtual
P´ra poder apreciar em ti…O Céu e o mar
Quadro natural…Que me faz pensar
No reflexo do sol…Como um vitral
Que te dá…Essa pureza natural
De ser o paraíso…Do verbo amar
Teu tilintar…Parece melodia
Não para de tocar…De noite e dia
No reflexo da luz…De sol ou luar
Tu és da natureza…Nobre canção
A mais pura melodia…De atração
Que este mundo…Deseja ouvir cantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
DESCRENÇA
Descrença… Também tem seu matutino
Descrente é ter coração… Que contesta
Da contestação… Fazer a sua festa
E do descrédito… Fazer o seu hino
Contestar… O fanático e… Peregrino
Crónica doença… Que no mundo infesta
Desacreditar…É quanto lhe resta
Para denegrir… O mito divino
Falar, pregar, já é velha… Tradição
Que desde a politica… Á religião
Todos querem… O povo conquistar
Com tanta injustiça… Tanta desgraça
O mito de Deus justo… É uma farsa
Que o povo só vendo… Irá acreditar
AUtOR MANUEL CRISTINO
Descrente é ter coração… Que contesta
Da contestação… Fazer a sua festa
E do descrédito… Fazer o seu hino
Contestar… O fanático e… Peregrino
Crónica doença… Que no mundo infesta
Desacreditar…É quanto lhe resta
Para denegrir… O mito divino
Falar, pregar, já é velha… Tradição
Que desde a politica… Á religião
Todos querem… O povo conquistar
Com tanta injustiça… Tanta desgraça
O mito de Deus justo… É uma farsa
Que o povo só vendo… Irá acreditar
AUtOR MANUEL CRISTINO
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