Na cidade… A noite nunca adormece
Corações perdidos… Buscam seu par
Vão por becos e vielas… Namorar
Na sombra da noite… Quando escurece
Momentos que a noite… Nos oferece
Como erupção vinda… Do verbo amar
Onde as emoções… Vêm desabafar
Confidencias á noite… Que não esquece
Momentos de exibição… Ou de ternura
Que escondem… Muitas vezes amargura
Nas lágrimas… Do sorriso a fingir
As horas passadas… No breu e no luar
Sabem todos… Que só vão terminar
Quando o atrevido sol … Nos descobrir
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
ESTREMEÇO QUANDO TE OUÇO
Tua voz doce e meiga… Me contagia
Quando fala… Sua língua mais singela
E torna-se mais…Musical e bela
Em cadência…De pura sinfonia
Ouço-te… Em paz de espírito e harmonia
E de olhos fechados… Te pinto em tela
Uso a tua doçura…Como aguarela
Vivendo no meu mundo…De alegria
Da beleza sonora… És grande expoente
Tuas ondas sonantes…Prendem a gente
Com formas de pureza…Natural
Vivo a contemplar-te… Por te adorar
E digo que é Deus…A ter de explicar
A razão…Porque te fez tão especial
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Quando fala… Sua língua mais singela
E torna-se mais…Musical e bela
Em cadência…De pura sinfonia
Ouço-te… Em paz de espírito e harmonia
E de olhos fechados… Te pinto em tela
Uso a tua doçura…Como aguarela
Vivendo no meu mundo…De alegria
Da beleza sonora… És grande expoente
Tuas ondas sonantes…Prendem a gente
Com formas de pureza…Natural
Vivo a contemplar-te… Por te adorar
E digo que é Deus…A ter de explicar
A razão…Porque te fez tão especial
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
QUERIA SER MEU PENSAMENTO
Eu próprio…Queria ser o pensamento
Para mais facilmente…Te abraçar
E sem palavras… Te poder amar
Afastando de mim… O sofrimento
Queria ser… Como o luar em movimento
Ser a mais pura flor… A de encantar
Figura mítica… Em qualquer altar
Ser a paz serena… Do teu lamento
Ah! como eu queria ser…O Céu estrelado
Manter o teu caminho… Iluminado
E dar-te de presente… A terra e o mar
Penso como ser Deus… Ser o teu guia
Ser teu sol privado…De noite e dia
Para em ti… Me fundir e m`encantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Para mais facilmente…Te abraçar
E sem palavras… Te poder amar
Afastando de mim… O sofrimento
Queria ser… Como o luar em movimento
Ser a mais pura flor… A de encantar
Figura mítica… Em qualquer altar
Ser a paz serena… Do teu lamento
Ah! como eu queria ser…O Céu estrelado
Manter o teu caminho… Iluminado
E dar-te de presente… A terra e o mar
Penso como ser Deus… Ser o teu guia
Ser teu sol privado…De noite e dia
Para em ti… Me fundir e m`encantar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
CRONICA SAUDADE
A saudade
Me invadiu
E ficou a viver em mim,
Saudade dos beijos que te dei,
Em momentos que te olhei,
Saudade, do prazer que te dava
Com minhas mãos abeis,
Sem ao menos te tocar,
Saudade das noites
Passadas contigo,
No meu quarto de ilusões,
Saudade das lágrimas vertidas,
Deslizando dentro de mim,
Em cada rima, dos versos
Que te dediquei,
P´ra me tornar poeta,
Saudades do prazer dividido,
Só em sonho alcançado,
Saudade dos suspiros,
Dos ais e dos gemidos,
Que imaginava ouvir-te
No silencio da noite,
Sem saber onde tu estavas,
Sem saudade da tua ausência
E distancia prematura,
Que hoje são a causa
Do lamento e da loucura,
Da minha saudade crónica,
Que persiste, sem ter cura!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Me invadiu
E ficou a viver em mim,
Saudade dos beijos que te dei,
Em momentos que te olhei,
Saudade, do prazer que te dava
Com minhas mãos abeis,
Sem ao menos te tocar,
Saudade das noites
Passadas contigo,
No meu quarto de ilusões,
Saudade das lágrimas vertidas,
Deslizando dentro de mim,
Em cada rima, dos versos
Que te dediquei,
P´ra me tornar poeta,
Saudades do prazer dividido,
Só em sonho alcançado,
Saudade dos suspiros,
Dos ais e dos gemidos,
Que imaginava ouvir-te
No silencio da noite,
Sem saber onde tu estavas,
Sem saudade da tua ausência
E distancia prematura,
Que hoje são a causa
Do lamento e da loucura,
Da minha saudade crónica,
Que persiste, sem ter cura!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 25 de outubro de 2011
ABRIU-SE A PORTA DA PRISÃO
Chegou o amor que me faltava
Nasceu dum sonho imperfeito
Desta vontade desgarrada
Que fez do meu peito um brasido
Ao ver-te a olhar p´ra mim
Nessa expressão de entrega
Que interiorizei sem fim
Chegaste com o vento
Suave e manso
Poluíste o ar que respiro
Com teu perfume de amor
Respirei-te, toque-te beijei-te
Entrelaçado, entre braços
E mistura de beijos
Soltei um grito de silêncio
Entre gemidos e palavras obscenas
Pesou-te e tu me pesos
Nos envolvemos
E balbuciamos palavras
Pensadas não ditas
Atmosfera de deleite e prazer
Musical de amor
Nunca antes vivido
Momento indescritível
Abriu-se a porta da prisão
Dos sentimentos oprimidos
Libertou-se a vontade de amar
Odores perfumes de prazer
Foram lançados no ar
Contrastes, movimentos e danças
De momentos inebriantes
Ânsias, descontrole, puxões
Carícias, apertões, palavrões
Sensualidade e virilidade
Que brindamos
Com o cálice amargo
Do amor inexperiência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Nasceu dum sonho imperfeito
Desta vontade desgarrada
Que fez do meu peito um brasido
Ao ver-te a olhar p´ra mim
Nessa expressão de entrega
Que interiorizei sem fim
Chegaste com o vento
Suave e manso
Poluíste o ar que respiro
Com teu perfume de amor
Respirei-te, toque-te beijei-te
Entrelaçado, entre braços
E mistura de beijos
Soltei um grito de silêncio
Entre gemidos e palavras obscenas
Pesou-te e tu me pesos
Nos envolvemos
E balbuciamos palavras
Pensadas não ditas
Atmosfera de deleite e prazer
Musical de amor
Nunca antes vivido
Momento indescritível
Abriu-se a porta da prisão
Dos sentimentos oprimidos
Libertou-se a vontade de amar
Odores perfumes de prazer
Foram lançados no ar
Contrastes, movimentos e danças
De momentos inebriantes
Ânsias, descontrole, puxões
Carícias, apertões, palavrões
Sensualidade e virilidade
Que brindamos
Com o cálice amargo
Do amor inexperiência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
SONHOS MAS IRREAIS
Num breve sonho eu sonhei
Que á Virgem Maria falei
Junto a Deus omnipotente
Deus Pai estava sentado
Por Jesus assessorado
Seu filho omnipresente
Perguntei ao Deus menino
P´ra me falar do destino
Depois da vida acabar
Olhou-me e disse a sorrir
Quem a luz de Deus seguir
Vai rumo ao eternizar
Sem saber lá fui andando
Por todo o altar fui rezando
A Deus prestei homenagem
De joelhos junto ao altar
Pedi-lhe no Céu um lugar
P´ro fim da minha viagem
Depois cantei p´ra Jesus
No palco da grande luz
Do condado Celestial
Cantei pedindo a rezar
Para Deus nos vir salvar!
E livrar de todo o mal
Louvado sejas Senhor
Abrigo do pecador
Juiz do bem e do mal
Protector do moribundo
Pintor que pintou o mundo
Rei do reino universal
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Que á Virgem Maria falei
Junto a Deus omnipotente
Deus Pai estava sentado
Por Jesus assessorado
Seu filho omnipresente
Perguntei ao Deus menino
P´ra me falar do destino
Depois da vida acabar
Olhou-me e disse a sorrir
Quem a luz de Deus seguir
Vai rumo ao eternizar
Sem saber lá fui andando
Por todo o altar fui rezando
A Deus prestei homenagem
De joelhos junto ao altar
Pedi-lhe no Céu um lugar
P´ro fim da minha viagem
Depois cantei p´ra Jesus
No palco da grande luz
Do condado Celestial
Cantei pedindo a rezar
Para Deus nos vir salvar!
E livrar de todo o mal
Louvado sejas Senhor
Abrigo do pecador
Juiz do bem e do mal
Protector do moribundo
Pintor que pintou o mundo
Rei do reino universal
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 23 de outubro de 2011
ESQEÇAM O TEMPO QUE PASSOU
Não façam conta…Ao tempo que passou
Que o prazer de viver…Não tem idade
Mesmo este tempo…É pura falsidade
Na corrida e meta…Que nos legou
Pergunto quem foi…Que o tempo inventou?
Juventude…Velhice e mocidade
Divisão injusta…Da desigualdade
Como o tempo…Sempre nos provou
Nós vamos andando…Mesmo parados
E neste tempo…Vivendo enganados
Como qualquer um ser…Que não tem vida
Nós não paramos…Ao longo da viagem
Subimos na vida…Mas de passagem
P´ra depois…Sucumbirmos na descida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Que o prazer de viver…Não tem idade
Mesmo este tempo…É pura falsidade
Na corrida e meta…Que nos legou
Pergunto quem foi…Que o tempo inventou?
Juventude…Velhice e mocidade
Divisão injusta…Da desigualdade
Como o tempo…Sempre nos provou
Nós vamos andando…Mesmo parados
E neste tempo…Vivendo enganados
Como qualquer um ser…Que não tem vida
Nós não paramos…Ao longo da viagem
Subimos na vida…Mas de passagem
P´ra depois…Sucumbirmos na descida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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