Vai levanta a cabeça
Abre bem teus olhos
Se queres conhecer o mundo
Sem receio vai em frente
Segue a trajectória do sol
Até ao infinito horizonte
Toma as asas dum anjo
E sobe até alcançar ao céu
Percorre os labirintos do paraíso
E cumprimenta todos
Os teus antepassados
Até ao primeiro autor
Que te fez gente
Depois inverte o caminho
tomando as escadas do Céu
E desce, desce, até ao lugar
Onde o sol vai revezar a lua
Mas nunca te esqueças
Que eu te prometi
Um dia mostrar-te nosso mundo
Para que tenhas noção do amor
Do mal e até do ódio
Que infesta a terra
Carregar-te-ei nas minhas costas
Como sacrifício do teu conhecimento
E quando tu e eu atingir a perfeição
Pego-te ao colo e balouço-te
Ao som de musica erudita
Para os Anjos te filmarem
Em teu gritos de felicidade
Coloridos de exuberante sorriso
Esse sorriso único
Que só a felicidade plena
Sabe sorrir!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
SOU EU DE CABEÇA ERGUIDA
Eu sou aquilo que sou
Sempre eu e só um
Nunca serei diverso
Como diversos são
Os julgamentos
Que me são feitos
P`los olhos que vêem
Bocas que me comentam
Ou cérebros que me julgam
Por eles, sou bom, sou mau
Simpático, antipático
Justo, injusto
Feio, bonito
Sou eu, em muitos outros
Mas olhem meus amigos!
Posso ser flor, sem perfume
Noite, sem luar
Sol, sem chama
Céu, sem estrelas
Mas sou eu!
De cabeça erguida
E cara bem levantada
Para o mundo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Sempre eu e só um
Nunca serei diverso
Como diversos são
Os julgamentos
Que me são feitos
P`los olhos que vêem
Bocas que me comentam
Ou cérebros que me julgam
Por eles, sou bom, sou mau
Simpático, antipático
Justo, injusto
Feio, bonito
Sou eu, em muitos outros
Mas olhem meus amigos!
Posso ser flor, sem perfume
Noite, sem luar
Sol, sem chama
Céu, sem estrelas
Mas sou eu!
De cabeça erguida
E cara bem levantada
Para o mundo
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
REVOLTA E AMOR AO PROXIMO
Não espero algum dia, viver da fama
Não quero aplausos só, condenações
Só quero, a cólera dos corações
E toda a infâmia, que me leve a lama
Sempre a inveja, me persegue, me trama
Espreitando, as melhores ocasiões
De nas mentiras, encontrar razões
Para do mal, fazer a minha cama
Desta roupa, já tenho um fato eterno
Que me valeu na vida, grande inferno
Onde nunca, houve motivo ou razão
Mas á algo, que me faz gritar triunfante
O amor que dediquei, ao meu semelhante
Que sempre o guardarei, no coração
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Não quero aplausos só, condenações
Só quero, a cólera dos corações
E toda a infâmia, que me leve a lama
Sempre a inveja, me persegue, me trama
Espreitando, as melhores ocasiões
De nas mentiras, encontrar razões
Para do mal, fazer a minha cama
Desta roupa, já tenho um fato eterno
Que me valeu na vida, grande inferno
Onde nunca, houve motivo ou razão
Mas á algo, que me faz gritar triunfante
O amor que dediquei, ao meu semelhante
Que sempre o guardarei, no coração
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
PORQUE DE VIVER ANDAS ESQUECIDA
Diz-me Mulher, porque não crês na vida?
A razão porque a vida, te enganou?
Esquece sim a dor, que te ficou
Em vez, de te julgares, a perdida!
Porque de viver, andas tu esquecida?
Não penses naquilo, que te faltou
E nem naquilo, que mais te afectou
Resiste, sê forte, sem ser vencida!
Bem nenhum, te protege nessa dor
A não ser um bem, que se chama amor
Onde a luz, de outro sol, te faz brilhar
Se desistes de viver, que faço eu
Se eu te julgo, á muito tesouro meu
Na prospecção e luta, de te encontrar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
A razão porque a vida, te enganou?
Esquece sim a dor, que te ficou
Em vez, de te julgares, a perdida!
Porque de viver, andas tu esquecida?
Não penses naquilo, que te faltou
E nem naquilo, que mais te afectou
Resiste, sê forte, sem ser vencida!
Bem nenhum, te protege nessa dor
A não ser um bem, que se chama amor
Onde a luz, de outro sol, te faz brilhar
Se desistes de viver, que faço eu
Se eu te julgo, á muito tesouro meu
Na prospecção e luta, de te encontrar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
AMOR E SÓ AMOR
Quero ser amor, só amor
E ao mundo recordar
Que defendo este valor
P`ro amor não acabar
Tenho amor puro p`ra dar
Querendo em troca receber
O que ando a semear
Um dia irei colher
O amor espiritual
É um amor de valores
Diferente do sexual
E de outros mais amores
Amor verdadeiro e sincero
Não deve mentir, enganar
É por esse amor, que espero
Que tanto tarda, em chegar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
E ao mundo recordar
Que defendo este valor
P`ro amor não acabar
Tenho amor puro p`ra dar
Querendo em troca receber
O que ando a semear
Um dia irei colher
O amor espiritual
É um amor de valores
Diferente do sexual
E de outros mais amores
Amor verdadeiro e sincero
Não deve mentir, enganar
É por esse amor, que espero
Que tanto tarda, em chegar
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
poesia
Poesia é linguagem, sem tradução
Que se sente, ao arrepiar da alma
E no sentimento do coração
Poesia é sentir, fundo a emoção
A força das palavras, a sua alegria
É sentir, é querer ser e ter, dom
Poesia é tudo, que é meu e teu
Mas não é nosso
Sou eu e você, em sonhos de grandeza
Em cama nobre de desejos
A rolar nas colchas finas de cambraia
Até levitar e subir aos Céus
Poesia é sempre o tema utilizado
Para descrever, enamorar, conquistar
Em cada frase, um sentimento
E em cada sentimento, uma intenção
Poesia de qualidade, interioriza-se, comece
Para expelir, través das cordas vocais
Em termos ruidosos!
Cantando, declamando, contagiando
E excitando o mundo inteiro
Isto é!
A verdadeira poesia
AUTOR MANUUEL JOÃO CRISTIO
Que se sente, ao arrepiar da alma
E no sentimento do coração
Poesia é sentir, fundo a emoção
A força das palavras, a sua alegria
É sentir, é querer ser e ter, dom
Poesia é tudo, que é meu e teu
Mas não é nosso
Sou eu e você, em sonhos de grandeza
Em cama nobre de desejos
A rolar nas colchas finas de cambraia
Até levitar e subir aos Céus
Poesia é sempre o tema utilizado
Para descrever, enamorar, conquistar
Em cada frase, um sentimento
E em cada sentimento, uma intenção
Poesia de qualidade, interioriza-se, comece
Para expelir, través das cordas vocais
Em termos ruidosos!
Cantando, declamando, contagiando
E excitando o mundo inteiro
Isto é!
A verdadeira poesia
AUTOR MANUUEL JOÃO CRISTIO
domingo, 29 de maio de 2011
SOLIDÃO
Solidão, é como a morte prematura
Onde só á silencio, por companhia
Anunciando, a gélida terra fria
Nossa ultima morada, a sepultura
Tão triste como o jardim, da amargura
Como amor, desprezado, que porfia
Ou tempestade, imune a ventania
Ou como a vitima, da desventura
Solidão, é tudo, que contraria o real
Inversão, de tudo, quanto é normal
Vida, que não se vive, não é viver
Solidão, é privação delimitada
Não á devaneios, nem prazeres, não á nada
Só aquilo, que esperamos, ao morrer
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Onde só á silencio, por companhia
Anunciando, a gélida terra fria
Nossa ultima morada, a sepultura
Tão triste como o jardim, da amargura
Como amor, desprezado, que porfia
Ou tempestade, imune a ventania
Ou como a vitima, da desventura
Solidão, é tudo, que contraria o real
Inversão, de tudo, quanto é normal
Vida, que não se vive, não é viver
Solidão, é privação delimitada
Não á devaneios, nem prazeres, não á nada
Só aquilo, que esperamos, ao morrer
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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