sábado, 30 de abril de 2011

ESTE FRUTO DE ESPERANÇA

No meu jardim florido
Á imensa primavera
Á esta vontade austera
De nada ficar esquecido
Onde me encontro contigo
P´ra reviver nosso amor
Ofereço-te uma flor
Que é o símbolo da paixão
A rosa da gratidão
Com perfume igual ao teu
Que meu jardim acolheu
Para te presentear
É símbolo de aliança
Este fruto de esperança
Que se áde eternizar!!!

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

PROFUNDO SEGREDO

Resistente e corajoso, contra as línguas do mal!
Oh meu amor!... Ó segredo…Ó minha paixão!
Secreto e imune, aos maus olhados
Confidencia, que meu coração encerra!
Mas que o canta ao musical do vento
E em sigilo leva-o ao colo
Até ao infinito do abismado
Algures nas profundezas
Do Oceano temido
Enquanto alegremente
Salta de Estrela em Estrela
Atraído p´lo seu cintilar
E dança em corrupio
Na espuma dos tsunamis
Que se agigantam em ondas
Na direcção do Céu azul…
Só eu te preservo coração
Como a teu amor secreto!
Porque és filho da natureza
Tal como eu sou
Puro e natural
Teu sigilo persistente
É encerrado em mim
Á tanto, tanto tempo
E nem meus gritos lancinantes
Nem seu eco a entoar
Por vales e montanhas!
Nem as larvas que me hão-de
Comer a carne em decomposição
Nem as raízes das plantas
Que sobre mim nascerão
Nem flores que delas brotarão
Para sorrir ao sol
E perfumar o vento
Conseguirão desvendar
Meu secreto amor
Até ao meu fim
E até á minha
Eternidade plena

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

SEM MAIS VOOS DE ILUSÃO

Pouco me importa o teu nome
Ou a cor tem teu cabelo
Que cor têm teus olhos
Ou a cor da tua pele!!!!
Que terra ou gelo pisas-te
Nem saber quem tu amaste
Que mazelas te ficaram
Que amores te enganaram
Quantas noites mal dormidas
Quantas ilusões perdidas
Não me importa as razões
Nem crenças ou religiões
Nem os teus sonhos perdidos
Por serem mal conseguidos
Nem saber de que fonte
De que serra, de que monte
Veio a água que bebeste
Nem que fruta, tu comeste
Para alimentar o desejo
Quais as rotas que traçaste
Que caminhos tu pisaste
Para chegar até mim
Que sou a meta, o fim
Alcançado por nós dois
P´ra poder, afirmar hoje
Que sempre te vou amar
E ao teu lado caminhar
Sem mais voos de ilusão
Já é teu meu coração
Nada mais te posso dar

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

domingo, 24 de abril de 2011

Oh Virgem terrena

Na tua falta, dói mais, meu coração
Que em silencio, sofre para te amar
Vem pegar minha mão, vem me beijar
Vem trocar, minha dor, pela paixão

Não me deixes, viver nesta ilusão
Neste sonhar, por terras de alem Mar
Na água, do teu cabelo, a navegar
Como uma bóia, no meu mar, de solidão

Oh Virgem terrena!.. Sol que me guia
Reino distante, em minha companhia
Que tanto reflecte em ti, tua nobreza

Oh jardim!.. Dos meus sonhos e amores
Espelho que reflecte, todas flores
Espelhando em ti, tua grande beleza

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Faz hoje anosque nós nos conhecemos

Faz hoje anos, que nós nos conhecemos
Especial data, que marca este dia
Sendo recordada, com alegria
Essa data, do amigo que fizemos

No inicio é difícil, nós não sabemos
Lidar com alguém, que não conhecia
Com tempo, que é o rei, da sabedoria
Nós todos, evoluímos e aprendemos

Vivo sonhando, com nova amizade
Quero nos amigos, diversidade
P´ra partilhar, tristezas e alegrias.

Todos meus amigos, eu amo e respeito
E para que eu viva, mais satisfeito
Quero, novos amigos, todos dias

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

Sou só eu quem te recordo neste mundo

Sou só eu, quem te recorda, neste mundo...
Apenas só eu, não sei viver, sem ti
Com a tua ausência, já tudo perdi
A não ser o orgulho, que é mais profundo

Caminho, como a pedra, rumo ao fundo
E desde então, que nunca desisti
Das tuas recordações, não me esqueci
E desde então, que em tudo, me confundo.

Procuro, todo o mausoléu perdido
Onde possas ter, desaparecido
Sufocado, pela dor e a paixão

E recordando amor, queria-te ver
Para assim, me poder satisfazer
Só de beijar, o teu próprio caixão

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

Lembro-me das conções que mais gostava

Lembro-me, das canções que mais gostava
Que joguei no vento, desamparado
Naqueles tempos, onde o meu passado
Não tinha vida, tão pouco, a sonhava

Que estúpido que fui, pois não pensava
Que o tempo, por mim mal aproveitado
Me faria, ser depois, seu condenado
Onde só, com desprezo, me guardava

Tenho na angustia, minha dor imensa
Pois será a morte, a cura desta doença
Para me dar em fim, o meu lugar

Porque a solidão, nunca me faltou
Ao longo dos anos, me conquistou
E é com ela, que eu quero terminar

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO