É neste meu baú antigo… Desprezado
Que o tempo transformou… Em recordação
Que eu quero… Alimentar minha emoção
A rever nele… Todo o meu passado
Fico surpreso e… Mesmo equivocado
Com alguma nostalgia… De atracção
Aos restos do que foi… Minha ilusão
E ás relíquias… De todo o meu passado
Foi uma tempestade… Que já passou
Que durante… Estes anos se fechou
Nas paginas… Da historia… Já vivida
Deixo aqui… Esta historia… como doação
Convencido… Que me recordarão
No momento… Da minha despedida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 12 de julho de 2011
SERA DOENÇA, OU PAIXÃO?
Mesmo no teu esconderijo...Te vejo
É na tua sombra...Que te vou seguir
Diz-me a minha sina... Para insistir
Enquanto alimentar... Este desejo
Não ligas... Ou não vês... O meu cortejo
Nem como me impressiona... Teu sorrir
Ao qual já não consigo... Resistir
Nem nas horas tristes... Que te não vejo
Quero ser sempre...Este teu amor secreto
Seguir-te-ei... Nem que seja no deserto
Ou por qualquer caminho... Sem ter fim
Não irei desistir... Desta pretensão
Querendo que me olhes... Com atenção
Para ver teu sorriso... Só p´ra mim
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
É na tua sombra...Que te vou seguir
Diz-me a minha sina... Para insistir
Enquanto alimentar... Este desejo
Não ligas... Ou não vês... O meu cortejo
Nem como me impressiona... Teu sorrir
Ao qual já não consigo... Resistir
Nem nas horas tristes... Que te não vejo
Quero ser sempre...Este teu amor secreto
Seguir-te-ei... Nem que seja no deserto
Ou por qualquer caminho... Sem ter fim
Não irei desistir... Desta pretensão
Querendo que me olhes... Com atenção
Para ver teu sorriso... Só p´ra mim
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
domingo, 10 de julho de 2011
ESTA SAUDADE NÃO PASSA
Tenho saudade… De não poder ver
Teus cabelos… Teus olhos… Tua beleza
Teu charme sorridente… Tua nobreza
Que nem o tempo faz… Eu t`esquecer
Ando sobrevivendo e… Sem saber
Como ultrapassar… Minha tristeza
A minha vida… Vivo-a na incerteza
De tudo… Que por mim… Posso fazer
Tenho saudade… Do teu corpo meu
De tudo que se fez… Se prometeu
E que gravamos… Em nossos sentidos.
A saudade é…Tu bem longe de mim
Sabendo eu…Que isto… Só vai ter seu fim
Quando os dois… Em um só…Formos fundidos
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Teus cabelos… Teus olhos… Tua beleza
Teu charme sorridente… Tua nobreza
Que nem o tempo faz… Eu t`esquecer
Ando sobrevivendo e… Sem saber
Como ultrapassar… Minha tristeza
A minha vida… Vivo-a na incerteza
De tudo… Que por mim… Posso fazer
Tenho saudade… Do teu corpo meu
De tudo que se fez… Se prometeu
E que gravamos… Em nossos sentidos.
A saudade é…Tu bem longe de mim
Sabendo eu…Que isto… Só vai ter seu fim
Quando os dois… Em um só…Formos fundidos
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
SÓ POETA
Ser poeta, é ser grande,
Maior que todo universo,
Mais livre,
Que o próprio vento,
Sem tabus,
Sem preconceitos,
Sem fronteiras,
Nem barreiras!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Maior que todo universo,
Mais livre,
Que o próprio vento,
Sem tabus,
Sem preconceitos,
Sem fronteiras,
Nem barreiras!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
SÓ RECORDAÇÃO
Prepara-me esse manjar
Cozinha-o com teu saber
As varandas vai enfeitar
Para quem as quiser ver
Enfeita a sala de jantar
Usa as toalhas de cetim
Com teus cristais a brilhar
Entre as peças de marfim
Espera p`los convidados
E por seus acompanhantes
Serve-os em pratos dourados
Sobre tela de diamantes
Depois dá-lhe de comer
E vinho tinto de entrada
Para que possam beber
Dessa bebida sagrada
Termina com mesa cheia
De pão vinho e muita luz
Recordando a ultima Seia
Despedida de Jesus
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Cozinha-o com teu saber
As varandas vai enfeitar
Para quem as quiser ver
Enfeita a sala de jantar
Usa as toalhas de cetim
Com teus cristais a brilhar
Entre as peças de marfim
Espera p`los convidados
E por seus acompanhantes
Serve-os em pratos dourados
Sobre tela de diamantes
Depois dá-lhe de comer
E vinho tinto de entrada
Para que possam beber
Dessa bebida sagrada
Termina com mesa cheia
De pão vinho e muita luz
Recordando a ultima Seia
Despedida de Jesus
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 8 de julho de 2011
recebe estas flores
Toma, são tuas, estas flores
São dálias, camélias e rosas
Tão belas e caprichosas
Das mais variadas cores
Que representam amores
Nas ofertas de surpresa
Para alguém conquistar
Quem seu perfume inalar
Vê partir toda tristeza
São o símbolo da nobreza
Do mais puro coração
São encanto de alegria
Do amor que se inicia
Quando houver uma atracão
As flores de estimação
Podem reflectir na gente
No brilho e no esplendor
E na carência do amor
Desejo sempre presente
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
São dálias, camélias e rosas
Tão belas e caprichosas
Das mais variadas cores
Que representam amores
Nas ofertas de surpresa
Para alguém conquistar
Quem seu perfume inalar
Vê partir toda tristeza
São o símbolo da nobreza
Do mais puro coração
São encanto de alegria
Do amor que se inicia
Quando houver uma atracão
As flores de estimação
Podem reflectir na gente
No brilho e no esplendor
E na carência do amor
Desejo sempre presente
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
ROUPAGEM DE AMOR
Visto-me de bruma,
E desafio o luar, a reflectir-me,
Para assim conquistar teu olhar,
Que navega o meu oceano,
Sempre que ele se agita,
Em ondas, de gentileza e simpatia!
Rodopio dançando com nuvens,
Ao som, do musical do vento,
Para fazer amor contigo,
Nos poemas mais liberais,
Que escrevi, nas paginas
Deste livro do meu ser!
Quero morrer afogado,
Nas aguas profundas da paixão,
Onde estou mergulhado,
Por força da tua beleza,
Mais pura e brilhante,
Que a eterna luz sol!
Á muito, que me sinto perdido,
Na imensidão do teu ser,
Onde o amor é infinito!
Vejo-te de olhos cerrados,
Ouço-te sem me falares,
E folheio-te o livro todo,
A ler o que não escreves!
E assim me vou dissolvendo,
Em neblina de puro amor,
Que o vento lança no mar,
Só para me diluir!
Nos segredos milenares
Que as profundezas oceânicas
Encerram e preservam
Ao longo da existência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
E desafio o luar, a reflectir-me,
Para assim conquistar teu olhar,
Que navega o meu oceano,
Sempre que ele se agita,
Em ondas, de gentileza e simpatia!
Rodopio dançando com nuvens,
Ao som, do musical do vento,
Para fazer amor contigo,
Nos poemas mais liberais,
Que escrevi, nas paginas
Deste livro do meu ser!
Quero morrer afogado,
Nas aguas profundas da paixão,
Onde estou mergulhado,
Por força da tua beleza,
Mais pura e brilhante,
Que a eterna luz sol!
Á muito, que me sinto perdido,
Na imensidão do teu ser,
Onde o amor é infinito!
Vejo-te de olhos cerrados,
Ouço-te sem me falares,
E folheio-te o livro todo,
A ler o que não escreves!
E assim me vou dissolvendo,
Em neblina de puro amor,
Que o vento lança no mar,
Só para me diluir!
Nos segredos milenares
Que as profundezas oceânicas
Encerram e preservam
Ao longo da existência
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
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