São musicas Outonais
Poemas da natureza
As chuvas nos beirais
Com toda a sua beleza
Deslizam p`la vidraça
Escrever versos de amor
A sua dança tem graça
Com o vento o seu amor
Eu vivo enamorado
Com esta grande magia
Onde me sinto inspirado
P`ra escrever poesia
Aguas ventos e ruídos
São natura e alegria
Dicas aos meus ouvidos
Para me dar energia
Natureza ruidosa
Réstia de inspiração
É p`ra mim rima e prosa
Que compõe uma canção
Choro lágrimas felizes
Quando vivo esta emoção
A natureza é raiz
Da minha inspiração
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
UM POEMA DOIS AUTORES
Deixa-me passear o teu corpo,
Com minhas mãos hábeis!
Faze-las desliza em ti,
Sobre tua pele macia!
Quero patinar, derrapar,
Na tua sensualidade!
Que vejo brotar,
Da tua escultura!
Confia-me, teus segredos,
Porque sou poeta!
Entrega-me esse papel,
Que é teu corpo lindo!
Para eu poder escrever,
Todo os meus poemas,
Que trago gravados,
Na minha memoria,
E dentro do coração!
São poemas de amor,
Que tu me inspiras!
E com os quais,
Quero escrever, um livro
Com o titulo, só nós dois,
Para todo o mundo ler,
E até saber!
Que em cada pagina,
Estas tu e eu,
Tu a deusa, ou musa,
A fonte de inspiração!
E eu o reles poeta,
Que á tua revelia,
Te fez minha paixão!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Com minhas mãos hábeis!
Faze-las desliza em ti,
Sobre tua pele macia!
Quero patinar, derrapar,
Na tua sensualidade!
Que vejo brotar,
Da tua escultura!
Confia-me, teus segredos,
Porque sou poeta!
Entrega-me esse papel,
Que é teu corpo lindo!
Para eu poder escrever,
Todo os meus poemas,
Que trago gravados,
Na minha memoria,
E dentro do coração!
São poemas de amor,
Que tu me inspiras!
E com os quais,
Quero escrever, um livro
Com o titulo, só nós dois,
Para todo o mundo ler,
E até saber!
Que em cada pagina,
Estas tu e eu,
Tu a deusa, ou musa,
A fonte de inspiração!
E eu o reles poeta,
Que á tua revelia,
Te fez minha paixão!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
sexta-feira, 10 de junho de 2011
EU GOSTO DO PALADAR
Gosto de ouvir os teus passos
Para mim a caminhar
Sentir-me entre os teus braços
Para te poder beijar
Sentir o calor e o frio
Ao desfrutar do prazer
Que me trás certo arrepio
Que não sei bem descrever
Eu gosto de te tocar
E gosto de te possuir
Ás vezes é só pensar
Sinto a pressão me subir
Eu gosto do paladar
Da tua língua escaldante
E de te sentir vibrar
Quando me fazes d`amante
Se partes e vás embora
Meu desejo fica chorando
Ansioso por outra hora
Que eu fico sempre esperando
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Para mim a caminhar
Sentir-me entre os teus braços
Para te poder beijar
Sentir o calor e o frio
Ao desfrutar do prazer
Que me trás certo arrepio
Que não sei bem descrever
Eu gosto de te tocar
E gosto de te possuir
Ás vezes é só pensar
Sinto a pressão me subir
Eu gosto do paladar
Da tua língua escaldante
E de te sentir vibrar
Quando me fazes d`amante
Se partes e vás embora
Meu desejo fica chorando
Ansioso por outra hora
Que eu fico sempre esperando
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
ILUSÃO
Vestido apenas
De minha ilusão
Tomo um trago
Do paladar dos teus lábios
Para me embriagar
E flutuar p`lo Espaço
Atrás do teu perfume inebriante
Colher do meu jardim
Todas as flores
Mais as rosas bravas
Nobres e puras
E impregna-las com paixão
De minha essência amorosa
E te oferecer…
Aqui tens, são p`ra ti
Esta prova de amor
Sim…
Do meu amor!!!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
De minha ilusão
Tomo um trago
Do paladar dos teus lábios
Para me embriagar
E flutuar p`lo Espaço
Atrás do teu perfume inebriante
Colher do meu jardim
Todas as flores
Mais as rosas bravas
Nobres e puras
E impregna-las com paixão
De minha essência amorosa
E te oferecer…
Aqui tens, são p`ra ti
Esta prova de amor
Sim…
Do meu amor!!!!!!
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
quinta-feira, 9 de junho de 2011
DESEJO-TE NO MEU QUARTO VAZIO
Noite longa… sem querer terminar
Já não sei… como posso e que fazer
Nem como vou alcançar… o amanhecer
Que deste drama… me áde libertar
Escrevo e leio… sem parar de pensar
Como poderei tentar… te esquecer
Sinto tua falta… amor… tu podes crer
Ao gelar-se o vazio… do teu lugar
Desejo-te… no meu quarto vazio
Faltando-me… teu perfume e teu usiu
Nesta noite longa… de mais sofrida
Eu quero dormir… e ouvindo a tua voz
P`ra no silencio... sermos… os dois sós
Tu tens que estar aqui… na minha vida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
Já não sei… como posso e que fazer
Nem como vou alcançar… o amanhecer
Que deste drama… me áde libertar
Escrevo e leio… sem parar de pensar
Como poderei tentar… te esquecer
Sinto tua falta… amor… tu podes crer
Ao gelar-se o vazio… do teu lugar
Desejo-te… no meu quarto vazio
Faltando-me… teu perfume e teu usiu
Nesta noite longa… de mais sofrida
Eu quero dormir… e ouvindo a tua voz
P`ra no silencio... sermos… os dois sós
Tu tens que estar aqui… na minha vida
AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO
terça-feira, 7 de junho de 2011
perco a noção da sensatez
Por muito que eu queira
Nunca te esquecerei
A sensualidade do teu corpo
Junto ao meu
Que eu sinto calorosamente
Sempre que penso em ti
Minha temperatura dispara
E é nesse calor incontrolável
Que meus músculos
Se dilatam e contraem
Imaginando o teu brasido
Que me incendeia a chama
E me levava ao despudor
Ao despudor do desejo
Fecho meus olhos e levito
Indo através do espaço
Buscar de novo a sensação
Das tuas mãos… a arrancar
De mim toda a minha roupa
E deslizar p`lo meu corpo
Contornando minha escultura
Até á mais profunda intimidade
Do secretismo despudorado
E ai no meu imaginar saudoso
Volto a sentir, calores, frios e arrepios
E meus órgãos a dilatar
Ficando fora do meu controle
Meus suspiros e ais…disparam
Perco a noção da sensatez
Utilizo… uso e abuso de tudo
P`ra responder por você
Mas nada chega… nada serve
Pura farsa… pura mentira
Você é simplesmente você
Um ser insubstituível
Na minha vida!
Você mesma…Mulher!
AUTOR MANUEL J. CRISTINO
Nunca te esquecerei
A sensualidade do teu corpo
Junto ao meu
Que eu sinto calorosamente
Sempre que penso em ti
Minha temperatura dispara
E é nesse calor incontrolável
Que meus músculos
Se dilatam e contraem
Imaginando o teu brasido
Que me incendeia a chama
E me levava ao despudor
Ao despudor do desejo
Fecho meus olhos e levito
Indo através do espaço
Buscar de novo a sensação
Das tuas mãos… a arrancar
De mim toda a minha roupa
E deslizar p`lo meu corpo
Contornando minha escultura
Até á mais profunda intimidade
Do secretismo despudorado
E ai no meu imaginar saudoso
Volto a sentir, calores, frios e arrepios
E meus órgãos a dilatar
Ficando fora do meu controle
Meus suspiros e ais…disparam
Perco a noção da sensatez
Utilizo… uso e abuso de tudo
P`ra responder por você
Mas nada chega… nada serve
Pura farsa… pura mentira
Você é simplesmente você
Um ser insubstituível
Na minha vida!
Você mesma…Mulher!
AUTOR MANUEL J. CRISTINO
segunda-feira, 6 de junho de 2011
VIVO ARREPENDIDO DO MEU PASSADO
Foi só tempo perdido… de ilusão
Convencido… que encontraria o amor certo
Andei por aqui e ali… tão longe e perto
Encarando amor… como a diversão
Só a vaidade movia… a minha ambição
Julgando ser… de todos mais esperto
Vivendo sem amor… no meu deserto
Tendo por companhia… só a solidão
Foi tempo de clausura… que passei
Não procurei… meu amor e nunca amei
Vivi sem ter amor e… nem paixão
Vivo arrependido… do meu passado
Da beleza do amor… sempre arredado
Roendo nesta dura… recordação
AUTOR MANUEL JOÃO CRISINO
Convencido… que encontraria o amor certo
Andei por aqui e ali… tão longe e perto
Encarando amor… como a diversão
Só a vaidade movia… a minha ambição
Julgando ser… de todos mais esperto
Vivendo sem amor… no meu deserto
Tendo por companhia… só a solidão
Foi tempo de clausura… que passei
Não procurei… meu amor e nunca amei
Vivi sem ter amor e… nem paixão
Vivo arrependido… do meu passado
Da beleza do amor… sempre arredado
Roendo nesta dura… recordação
AUTOR MANUEL JOÃO CRISINO
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