segunda-feira, 13 de junho de 2011

NATURA NATUREZA

São musicas Outonais
Poemas da natureza
As chuvas nos beirais
Com toda a sua beleza

Deslizam p`la vidraça
Escrever versos de amor
A sua dança tem graça
Com o vento o seu amor

Eu vivo enamorado
Com esta grande magia
Onde me sinto inspirado
P`ra escrever poesia

Aguas ventos e ruídos
São natura e alegria
Dicas aos meus ouvidos
Para me dar energia

Natureza ruidosa
Réstia de inspiração
É p`ra mim rima e prosa
Que compõe uma canção

Choro lágrimas felizes
Quando vivo esta emoção
A natureza é raiz
Da minha inspiração

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

sábado, 11 de junho de 2011

UM POEMA DOIS AUTORES

Deixa-me passear o teu corpo,
Com minhas mãos hábeis!
Faze-las desliza em ti,
Sobre tua pele macia!
Quero patinar, derrapar,
Na tua sensualidade!
Que vejo brotar,
Da tua escultura!
Confia-me, teus segredos,
Porque sou poeta!
Entrega-me esse papel,
Que é teu corpo lindo!
Para eu poder escrever,
Todo os meus poemas,
Que trago gravados,
Na minha memoria,
E dentro do coração!
São poemas de amor,
Que tu me inspiras!
E com os quais,
Quero escrever, um livro
Com o titulo, só nós dois,
Para todo o mundo ler,
E até saber!
Que em cada pagina,
Estas tu e eu,
Tu a deusa, ou musa,
A fonte de inspiração!
E eu o reles poeta,
Que á tua revelia,
Te fez minha paixão!!!

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

sexta-feira, 10 de junho de 2011

EU GOSTO DO PALADAR

Gosto de ouvir os teus passos
Para mim a caminhar
Sentir-me entre os teus braços
Para te poder beijar

Sentir o calor e o frio
Ao desfrutar do prazer
Que me trás certo arrepio
Que não sei bem descrever

Eu gosto de te tocar
E gosto de te possuir
Ás vezes é só pensar
Sinto a pressão me subir

Eu gosto do paladar
Da tua língua escaldante
E de te sentir vibrar
Quando me fazes d`amante

Se partes e vás embora
Meu desejo fica chorando
Ansioso por outra hora
Que eu fico sempre esperando

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

ILUSÃO

Vestido apenas
De minha ilusão
Tomo um trago
Do paladar dos teus lábios
Para me embriagar
E flutuar p`lo Espaço
Atrás do teu perfume inebriante
Colher do meu jardim
Todas as flores
Mais as rosas bravas
Nobres e puras
E impregna-las com paixão
De minha essência amorosa
E te oferecer…
Aqui tens, são p`ra ti
Esta prova de amor
Sim…
Do meu amor!!!!!!

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

quinta-feira, 9 de junho de 2011

DESEJO-TE NO MEU QUARTO VAZIO

Noite longa… sem querer terminar
Já não sei… como posso e que fazer
Nem como vou alcançar… o amanhecer
Que deste drama… me áde libertar

Escrevo e leio… sem parar de pensar
Como poderei tentar… te esquecer
Sinto tua falta… amor… tu podes crer
Ao gelar-se o vazio… do teu lugar

Desejo-te… no meu quarto vazio
Faltando-me… teu perfume e teu usiu
Nesta noite longa… de mais sofrida

Eu quero dormir… e ouvindo a tua voz
P`ra no silencio... sermos… os dois sós
Tu tens que estar aqui… na minha vida

AUTOR MANUEL JOÃO CRISTINO

terça-feira, 7 de junho de 2011

perco a noção da sensatez

Por muito que eu queira
Nunca te esquecerei
A sensualidade do teu corpo
Junto ao meu
Que eu sinto calorosamente
Sempre que penso em ti
Minha temperatura dispara
E é nesse calor incontrolável
Que meus músculos
Se dilatam e contraem
Imaginando o teu brasido
Que me incendeia a chama
E me levava ao despudor
Ao despudor do desejo
Fecho meus olhos e levito
Indo através do espaço
Buscar de novo a sensação
Das tuas mãos… a arrancar
De mim toda a minha roupa
E deslizar p`lo meu corpo
Contornando minha escultura
Até á mais profunda intimidade
Do secretismo despudorado
E ai no meu imaginar saudoso
Volto a sentir, calores, frios e arrepios
E meus órgãos a dilatar
Ficando fora do meu controle
Meus suspiros e ais…disparam
Perco a noção da sensatez
Utilizo… uso e abuso de tudo
P`ra responder por você
Mas nada chega… nada serve
Pura farsa… pura mentira
Você é simplesmente você
Um ser insubstituível
Na minha vida!
Você mesma…Mulher!

AUTOR MANUEL J. CRISTINO

segunda-feira, 6 de junho de 2011

VIVO ARREPENDIDO DO MEU PASSADO

Foi só tempo perdido… de ilusão
Convencido… que encontraria o amor certo
Andei por aqui e ali… tão longe e perto
Encarando amor… como a diversão

Só a vaidade movia… a minha ambição
Julgando ser… de todos mais esperto
Vivendo sem amor… no meu deserto
Tendo por companhia… só a solidão

Foi tempo de clausura… que passei
Não procurei… meu amor e nunca amei
Vivi sem ter amor e… nem paixão

Vivo arrependido… do meu passado
Da beleza do amor… sempre arredado
Roendo nesta dura… recordação

AUTOR MANUEL JOÃO CRISINO